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	<title>Instituto SEA SHEPHERD Brasil</title>
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	<description>Canal de informações entre os ativistas da Sea Shepherd Brasil</description>
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		<title>COMUNICADO DE IMPRENSA SEA SHEPHERD</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/05/15/comunicado-de-imprensa-sea-shepherd/</link>
		<comments>http://blog.seashepherd.org.br/2012/05/15/comunicado-de-imprensa-sea-shepherd/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 23:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Terça-feira, 15 de Maio de 2012

Comunicação URGENTE a todos os seguidores da Sea Shepherd !


Ajudem a evitar a extradição do Capt. Paul Watson para a Costa Rica.
Segundo as ultimas notícias, as autoridades alemãs decidiram proceder a extradição do Capt. Paul Watson para a Costa Rica.
Nossa última esperança de salvar o Capt. Paul Watson de sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, 15 de Maio de 2012</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1622" title="556681_133000716834544_132313846903231_145756_378448943_n" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/05/556681_133000716834544_132313846903231_145756_378448943_n-300x225.jpg" alt="556681_133000716834544_132313846903231_145756_378448943_n" width="370" height="277" /></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Comunicação URGENTE a todos os seguidores da Sea Shepherd !</strong></span></h2>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p>Ajudem a evitar a extradição do Capt. Paul Watson para a Costa Rica.</p>
<p>Segundo as ultimas notícias, as autoridades alemãs decidiram proceder a extradição do Capt. Paul Watson para a Costa Rica.</p>
<p>Nossa última esperança de salvar o Capt. Paul Watson de sua extradição é  convencer as autoridades do Ministério de Justiça Alemão para que dêem  um passo à frente e anulem sua decisão.</p>
<p>Mostre seu apoio ao Capt. Watson entrando em contato com Sabine Leutheusser-Schnarrenberger, a Ministra Federal de Justiça em Berlín, Alemanha.<br />
Ela precisa saber que a ordem de prisão para deter p Capt. Paul Watson  tem motivações políticas e, portanto, deve ser ignorada pelo Governo  Alemão.</p>
<p>Com o apoio internacional podemos conseguir a liberdade  para o Capt. Paul Watson e deixá-lo longe da possibilidade de enfrentar  um julgamento injusto na Costa Rica.</p>
<p>Por favor , contatem com:</p>
<p>Sabine Leutheusser-Schnarrenberger<br />
Ministra Federal de Justice<br />
Deutscher Bundestag<br />
Platz der Republik<br />
11011 Berlin<br />
Telefone 030 &#8211; 227 751 62<br />
Fax 030 &#8211; 227 764 02</p>
<p>E-Mail: sabine.leutheusser-schnarrenberger@bundestag.de<br />
Facebook: <a rel="nofollow" href="https://www.facebook.com/BMJustiz/info" target="_blank">https://www.facebook.com/BMJustiz/info</a></p>
<p>Ministerio Federal de Justice<br />
Mohrenstrasse 37<br />
10117 Berlin, Germany<br />
Telefone: +49 (030) 18 580-0<br />
Telefax: +49 (030) 18 580-9525</p>
<p>Envie este simples texto abaixo:</p>
<p>Dear Ms Leutheusser-Schnarrenberger,</p>
<p>I was very concerned to hear that Germany has detained Sea Shepherd&#8217;s  Captain Paul Watson for possible extradition to Costa Rica. I understand  that the warrant for Captain Watson&#8217;s arrest is politically motivated  and possibly due to an incident in which Sea Shepherd uncovered an  illegal shark finning operation.</p>
<p>I support Sea Shepherd&#8217;s  efforts to monitor and publicise illegal fishing and whaling around the  world and recognize that some illegal fishing operations try to use  international law to shut down the Sea Shepherd operations.</p>
<p>I  urge you to consider the valuable work Captain Watson and Sea Shepherd  are undertaking globally to highlight the dangers to our oceans in  considering this extradition request.</p>
<p>Sincerely,</p>
<p>Seu nome..</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>Atualização sobre a prisão do Capitão Watson: segundo dia sob custódia</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/05/15/atualizacao-sobre-a-prisao-do-capitao-watson-segundo-dia-sob-custodia/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 23:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Terça-feira, 15 de Maio de 2012
Fonte: Sea Shepherd Brasil
O Capitão Watson permanece sob custódia das autoridades alemães nesta  segunda, 14 de maio. Um juíz alemão da corte de Frankfurt se recusa a  libertá-lo, ao invés disto alega que a corte alemã gostaria de confirmar  que a Costa Rica quer a extradição para seu país. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, 15 de Maio de 2012</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://seashepherd.org.br/atualizacao-sobre-a-prisao-do-capitao-watson-segundo-dia-sob-custodia/" target="_blank">Sea Shepherd Brasil</a></p>
<div id="attachment_1619" class="wp-caption aligncenter" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-1619" title="news_120514_1_1_BV_PaulWatsonwithNisshinMaru_1526" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/05/news_120514_1_1_BV_PaulWatsonwithNisshinMaru_1526.jpg" alt="news_120514_1_1_BV_PaulWatsonwithNisshinMaru_1526" width="260" height="195" /><p class="wp-caption-text">Capitão Paul Watson defende as baleias no Santuário de Baleias do Oceano Antártico, enquanto o navio-fábrica japonês, Nisshin Maru, esconde-se nas proximidades. Foto: Barbara Veiga</p></div>
<p>O Capitão Watson permanece sob custódia das autoridades alemães nesta  segunda, 14 de maio. Um juíz alemão da corte de Frankfurt se recusa a  libertá-lo, ao invés disto alega que a corte alemã gostaria de confirmar  que a Costa Rica quer a extradição para seu país. Os conselheiros  legais alemães representando Paul Watson são: Oliver Wallasch e  Alexander Gruner. Colaboradores da Sea Shepherd continuam correndo  contra o tempo na Europa e América Latina para determinar as verdadeiras  razões por trás do mandado.</p>
<p>O mandado para a prisão do Capitão Paul Watson foi emitido na Costa  Rica em outubro de 2011, curiosamente, quando o Instituto de Pesquisa de  Cetáceos arquivou seu processo civil contra a Sea Shepherd Conservation  Society nos Estados Unidos. A pergunta permanece: o que fez a Costa  Rica emitir um mandado de prisão para o Capitão Paul Watson em outubro  de 2011?</p>
<p>A INTERPOL publicou uma nota em seu<em> website</em> dizendo que não  emitirão um alerta vermelho de busca e apreensão ao Capitão  Watson, porque seu escritório de processos jurídicos não está satisfeito  com o pedido da Costa Rica, e que o mesmo não está em conformidade com  as constituições e regras da INTERPOL. Esperançosamente, as cortes  alemãs chegarão a mesma conclusão e libertarão o Capitão Watson.</p>
<p>Enquanto a Sea Shepherd se torna cada vez mais eficaz em proteger  globalmente animais selvagens marinhos, os inimigos dos oceanos estão  usando todos seus recursos para parar-nos. Atualmente, a Sea Shepherd  está sob o ataque legal de todas as partes do globo, e cada caso  representa a biodiversidade que nós nos esforçamos para proteger. No  Reino Unido, a Sea Shepherd está atualmente respondendo um processo  proposto pelos agentes de pescado Fish &amp; Fish, a respeito do  atum-azul. Nos Estados Unidos, nós respondemos um processo civil  proposto pelo Instituto de Pesquisa de Cetáceos a respeito das  atividades anti-baleeiras no Oceano Antártico, e agora, com a detenção  do Capitão Watson na Alemanha (através da autorização de apreensão da  Costa Rica), nós acreditamos na vitória para a Sea Shepherd contra o <em>finning</em> nos mares.</p>
<p>Não importa o país nem o sistema jurídico, o Capitão Paul Watson não  se intimidará e não irá parar até que a vida marinha e os ecossistemas  tenham a proteção que merecem.</p>
<p><em><em>Traduzido por Aline Louali, Diretora de Vídeos e Tradutora Voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></em></p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>Ibama apreende toneladas de barbatanas de tubarão ilegais no PA</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/05/04/ibama-apreende-toneladas-de-barbatanas-de-tubarao-ilegais-no-pa/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 00:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta-feira, 04 de Maio de 2012
Fonte: G1
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais  Renováveis (Ibama) apreendeu quase 8 toneladas de barbatanas de tubarão  em uma empresa de beneficiamento e exportação de pescado no Distrito  Industrial de Tapanã, em Belém(PA), nesta sexta-feira (04). Segundo o Ibama, a exportadora enviaria as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sexta-feira, 04 de Maio de 2012</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2012/05/ibama-apreende-toneladas-de-barbatanas-de-tubarao-ilegais-no-pa.html" target="_blank">G1</a></p>
<div id="attachment_1616" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1616" title="barbatanas-apreendidas" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/05/barbatanas-apreendidas-300x225.jpg" alt="barbatanas-apreendidas" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Ibama apreende 7,7 toneladas de barbatanas de tubarão em Belém, PA (Foto: Divulgação/Ibama)</p></div>
<p style="text-align: left;">O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais  Renováveis (Ibama) apreendeu quase 8 toneladas de barbatanas de tubarão  em uma empresa de beneficiamento e exportação de pescado no Distrito  Industrial de Tapanã, em Belém(PA), nesta sexta-feira (04). Segundo o Ibama, a exportadora enviaria as barbatanas para a <strong>China</strong>.</p>
<p>A empresa foi embargada e multada em R$ 2,7 milhões, por utilizar  recursos ambientais em desacordo com as normas legais, por beneficiar as  barbatanas de tubarão sem comprovar sua origem legal e por dificultar a  fiscalização do órgão.</p>
<p>Segundo o Ibama, esta mesma empresa já foi autuada diversas vezes pelo  Instituto, e acumula mais de R$ 1 milhão em multas desde 2007. De acordo  com o registro, a empresa vinha operando como se comercializasse apenas  bexigas natatórias desidratadas, que é um subproduto legal da pesca de  tubarão.</p>
<p>Os fiscais encontraram as barbatanas ilegais durante uma vistoria  realizada na manhã desta sexta-feira (04). <strong>&#8220;As barbatanas obtidas por  meio da pesca predatória também eram negociadas para o exterior e  enviadas em meio à carga legal de bexigas&#8221;</strong>, explica o chefe da Divisão  de Fauna e Pesca do Ibama no Pará, Leandro Aranha.</p>
<p>Como a exportadora não possuía os mapas de bordo dos barcos pesqueiros,  nem documentos que comprovassem a venda das carcaças dos animais, o  Ibama acredita que a empresa praticava uma modalidade de pesca conhecida  como &#8220;<strong>finning</strong>&#8220;.</p>
<p>Proibida por uma portaria do Ibama, o &#8220;<strong>finning</strong>&#8221; ocorre quando o  pescador corta apenas as barbatanas e descarta a carcaça do tubarão no  mar. Muitas vezes o animal resiste à amputação e é jogado ainda vivo na  água, mas não sobrevive.</p>
<p>Pescadores praticam o finning por motivos econômicos, já que transportar  um barco cheio de barbatanas, produto muito valorizado no mercado  internacional, é mais lucrativo que ocupá-lo com o tubarão inteiro.  “<strong>Essa prática, além de cruel, está levando algumas espécies de tubarão,  como o galha-branca, à extinção&#8221;</strong>, afirma Aranha.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		</item>
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		<title>Orca branca adulta avistada pela primeira vez na natureza</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/05/01/orca-branca-adulta-avistada-pela-primeira-vez-na-natureza/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 00:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.seashepherd.org.br/?p=1611</guid>
		<description><![CDATA[Terça-feira, 01 de Maio de 2012
Fonte: Golfinhos.net

Uma orca branca adulta foi vista pela  primeira vez na natureza, no mar de Bering, ao largo da costa russa, com  12 membros da sua família, por cientistas das universidades de Moscovo e  de São Petersburgo que compõem o Far East Rússia Orca Project (FEROP).
Cetáceos brancos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, 01 de Maio de 2012</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://golfinhos.net/portal/noticias/604-orca-branca-adulta-avistada-pela-primeira-vez-na-natureza.html" target="_blank">Golfinhos.net</a></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1613" title="orcabranca2" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/05/orcabranca21-300x225.jpg" alt="orcabranca2" width="300" height="225" /></p>
<p><span style="text-align: left; ">Uma orca branca adulta foi vista pela  primeira vez na natureza, no mar de Bering, ao largo da costa russa, com  12 membros da sua família, por cientistas das universidades de Moscovo e  de São Petersburgo que compõem o Far East Rússia Orca Project (FEROP).</span></p>
<div>Cetáceos brancos de várias espécies são vistos eventualmente, mas as  únicas orcas conhecidas eram jovens, incluindo uma com um problema  genético raro, que morreu num oceanário canadense, em 1972. Iceberg,  assim apelidado, é a primeira orca branca adulta a ser observada, que  pelo o seu tamanho de dois metros, julga-se tratar de um animal com pelo  menos 16 anos.</div>
<div></div>
<div>A causa da pigmentação incomum é desconhecida, mas pode tratar-se de um caso de albinismo.</div>
<div>O encontro com Iceberg aconteceu durante uma expedição de pesquisa com  um grupo de cientistas e estudantes russos, co-liderada por Erich Hoyt,  renomado cientista especializado em orcas, que agora faz parte da  Sociedade de Preservação de Baleias e Golfinhos (WDCS, na sigla em  inglês).</div>
<div></div>
<div>As orcas &#8211; que também são conhecidas como baleias-assassinas, apesar de não serem tecnicamente baleias, mas animais da<span style="color: #000000;"> Família Delphinidae,  a mesma dos golfinhos &#8211; atingem a idade adulta aos 15 anos e os machos  chegam a viver 50 ou 60 anos, apesar</span> de 30 ser a expectativa de vida  mais comum.</div>
<div></div>
<div>&#8220;Iceberg parece estar bem socializado. Sabemos que essas orcas que se  alimentam de peixes ficam com as mães a vida inteira e, pelo que podemos  ver, ele está bem atrás da mãe com supostamente seus irmãos ao lado&#8221;,  disse Hoyt.</div>
<div></div>
<div>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova aplicação para iPhone pode salvar as baleias-francas</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/04/10/nova-aplicacao-para-iphone-pode-salvar-as-baleias-francas/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 06:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.seashepherd.org.br/?p=1607</guid>
		<description><![CDATA[Terça-feira, 10 de Abril de 2012
Fonte: Anda
Os esforços para conservar as baleias-francas no Atlântico Norte  entraram no mundo das tecnologias com a criação de uma aplicação para  iPad/iPhone que pode avisar os navios sempre que se aproximam de uma  zona com aqueles animais ameaçados.
A aplicação Whale Alert, gratuita, utiliza um sistema de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, 10 de Abril de 2012</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.anda.jor.br/09/04/2012/nova-aplicacao-para-iphone-pode-salvar-as-baleias-francas" target="_blank">Anda</a></p>
<div id="attachment_1608" class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><img class="size-full wp-image-1608" title="baleia" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/04/baleia.jpg" alt="baleia" width="230" height="155" /><p class="wp-caption-text">(Foto: Kim Westerskov/Reuters)</p></div>
<p>Os esforços para conservar as baleias-francas no Atlântico Norte  entraram no mundo das tecnologias com a criação de uma aplicação para  iPad/iPhone que pode avisar os navios sempre que se aproximam de uma  zona com aqueles animais ameaçados.</p>
<p>A aplicação Whale Alert, gratuita, utiliza um sistema de  posicionamento global e outras tecnologias para cruzar os dados mais  recentes sobre a detecção das baleias com as cartas oceânicas da Agência  Nacional Oceânica e Atmosférica norte-americana (NOAA).</p>
<p>O projeto é um esforço conjunto da NOAA e de outras agências  governamentais dos Estados Unidos – incluindo o Serviço Nacional de  Parques e a Guarda Costeira – e universidades e organizações  conservacionistas.</p>
<p>Com esta aplicação, os responsáveis acreditam que podem limitar o  número de baleias que morrem por colidirem com navios, especialmente de  cruzeiro e porta-contentores. Quando as baleias são detectadas numa  área, os navios podem alterar o seu curso ligeiramente ou simplesmente  abrandar a velocidade.</p>
<p><strong>“A Whale Alert é uma colaboração inovadora para proteger esta espécie  criticamente ameaçada”</strong>, disse David Wiley, coordenador do projecto  Stellwagen Bank National Marine Sanctuary, da NOAA.</p>
<p>As autoridades marítimas estimam que existem apenas entre 350 e 550  baleias-francas nos oceanos do planeta.<strong> “As baleias-francas são uma  espécie icónica para aqueles que vivem nas zonas costeiras de  Massachusetts e do Norte dos Estados Unidos”</strong>, disse o director do Fundo  Internacional para o Bem-estar animal em Yarmouth Port, Patrick Ramage,  citado pela agência Reuters.</p>
<p>Estes animais vivem ao longo da costa Norte dos Estados Unidos, desde  Newfoundland até à Florida. As baleias, que vivem em média entre 50 a  70 anos e podem pesar 70 toneladas, são vulneráveis às colisões com  navios porque se alimentam perto da superfície do mar.</p>
<p>As colisões com navios mataram mais de um terço das baleias-francas  registadas entre 1970 e 2007. Tendo em conta a fragilidade da população,  a perda de uma única baleia – especialmente uma fêmea reprodutora –  pode ter um impacto significativo na espécie.</p>
<p>A nova aplicação foi desenvolvida para os iPad e iPhones da Apple pela EarthNC e pela Gaia GPS.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>Um mergulho nos recifes &#8216;invisíveis&#8217; de Abrolhos</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/04/07/um-mergulho-nos-recifes-invisiveis-de-abrolhos/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 23:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Sábado, 07 de Abril de 2012
Fonte: Estadão

Ao redor do barco, nada à vista além de água, 360 graus. Caímos no mar  equipados e descemos agarrados à corda da âncora, balançando na  correnteza como se fôssemos pipas ao vento.
Vinte metros para baixo, encontramos o que procurávamos: grandes  cabeços de recife coralíneo, cobertos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado, 07 de Abril de 2012</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,um-mergulho-nos-recifes-invisiveis-de-abrolhos,856115,0.htm" target="_blank">Estadão</a></p>
<div id="attachment_1605" class="wp-caption aligncenter" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-1605" title="abrolhos" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/04/abrolhos.jpg" alt="abrolhos" width="288" height="212" /><p class="wp-caption-text">Herton Escobar/AE Universo marinho do Banco de Abrolhos é maior que o Espírito Santo</p></div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Ao redor do barco, nada à vista além de água, 360 graus. Caímos no mar  equipados e descemos agarrados à corda da âncora, balançando na  correnteza como se fôssemos pipas ao vento.</p>
<p>Vinte metros para baixo, encontramos o que procurávamos: grandes  cabeços de recife coralíneo, cobertos de esponjas coloridas e  encrustados de corais-cérebro, com frades, badejos, budiões e outros  peixes recifais se refugiando em suas reentrâncias. Uma paisagem  submersa típica do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, no sul da  Bahia. Com uma diferença importante: não estamos dentro do parque.</p>
<p>Estamos 2 quilômetros ao norte, em águas não protegidas, e os recifes  à nossa frente são parte de um enorme mosaico de ecossistemas  coralíneos formados milhares de anos atrás e conhecidos há gerações por  pescadores locais, mas só recentemente &#8220;descobertos&#8221; por cientistas e  ambientalistas &#8211; que agora estão embarcados numa corrida para recuperar o  tempo perdido e proteger esses ecossistemas, essenciais à sobrevivência  da biodiversidade e da atividade pesqueira que se alimenta dela.</p>
<p>Há cinco anos pesquisadores vêm extrapolando os limites para mapear e  estudar a composição dos 48 mil quilômetros quadrados do Banco de  Abrolhos que estão fora da zona de proteção do parque. Um universo  marinho maior que o Espírito Santo, onde a plataforma continental (a  borda submersa do continente) se estende a até 200 quilômetros da costa,  criando um ambiente de águas rasas e mornas que acolhe a maior  diversidade de espécies marinhas do Atlântico Sul.</p>
<p>Como resultado desse esforço, capitaneado pela organização  Conservação Internacional (CI) e um grupo de oito instituições que  compõem a chamada Rede Abrolhos, financiada pelo Sistema Nacional de  Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota), vários tesouros biológicos já  vieram à tona, resgatados das profundezas de Abrolhos por meio de  imagens de sonar, robôs submersíveis e expedições de mergulho. Entre  eles, mais de 8 mil km² de novos sistemas recifais, a maior parte deles  não visíveis da superfície, em áreas de 20 a 50 metros de profundidade.  Chamados recifes mesofóticos ou de meia-luz.</p>
<p><strong>&#8220;É o maior banco de corais do Atlântico Sul e só conhecíamos 5%  dele&#8221;</strong>, diz o biólogo Guilherme Dutra, diretor do Programa Marinho da CI,  que trabalha há mais de dez anos em Abrolhos. <strong>&#8220;Sabíamos que havia  muitos recifes fora do parque, mas ninguém tinha mapeado isso até  agora.&#8221;</strong> Com esse olhar mais profundo, a área conhecida de ocorrência de  recifes no Banco de Abrolhos cresceu 20 vezes, comparado ao que se  conhecia até 2008 &#8211; restrito, basicamente, ao que era visível da  superfície.</p>
<p>Os principais construtores e decoradores desses recifes são os  corais-cérebro, do gênero Mussismilia, que formam estruturas alongadas  em forma de cogumelo, conhecidas como chapeirões. O registro fóssil  mostra que eles eram comuns no mundo todo 15 milhões de anos atrás, mas  hoje só existem no Brasil. Uma espécie específica, a Mussismilia  braziliensis, só ocorre na costa da Bahia. <strong>&#8220;Abrolhos é como um fóssil  vivo gigante&#8221;</strong>, diz o biólogo americano Les Kaufman, professor da  Universidade de Boston e cientista marinho da CI. <strong>&#8220;Que pode estar a  caminho de virar um fóssil morto, se não tomarmos as medidas necessárias  para protegê-lo.&#8221;</strong></p>
<p>Pescaria. A alegria de descobrir os recifes é acompanhada de uma  tristeza, ao constatar que a quantidade de peixes presente neles está  bem abaixo do esperado para esse tipo de hábitat. Quem frequenta esses  recifes há muito mais tempo que os pesquisadores são os pescadores, que  se aproveitam desses hábitats privilegiados como campos férteis para sua  pescaria &#8211; praticada, muitas vezes, de maneira ilegal e perigosa, por  mergulhadores conectados a compressores de ar, que passam horas debaixo  d&#8217;água caçando com arpões.</p>
<p><strong>&#8220;Aqui deveria estar cheio de dentão; é o ambiente perfeito para  eles&#8221;</strong>, diz o biólogo Matheus Oliveira Freitas, ao voltarmos para o  barco, referindo-se a um dos peixes mais visados pelos caçadores.</p>
<p>Aluno de doutorado da Universidade Federal do Paraná e pesquisador  associado da CI, Freitas há anos coleta e examina peixes de várias  regiões do Banco de Abrolhos para tentar descobrir onde, quando e com  que periodicidade cada uma das espécies se reproduz. Informações  cruciais para o gerenciamento sustentável da pesca na região.</p>
<p>Ele procura, principalmente, pelos pontos de agregação reprodutiva,  locais específicos onde grandes cardumes se formam periodicamente &#8211;  apenas em determinadas luas do ano &#8211; para desovar seus gametas  simultaneamente. Para isso, Freitas examina as gônadas dos peixes  pescados, o que lhe permite dizer se o animal é macho ou fêmea, se está  em &#8220;repouso&#8221;, se desovou recentemente ou está prestes a desovar. Depois  relaciona isso com os pontos geográficos e o conhecimento tradicional  dos pescadores, juntando pistas sobre o ciclo reprodutivo das espécies.</p>
<p>Também mede e pesa cada peixe e retira amostras de tecido, que podem  ser analisadas quimicamente para saber do que o peixe se alimenta.</p>
<p>Por fim, coleta os otólitos, duas &#8220;pedrinhas&#8221; de carbonato de cálcio  que ficam embutidas em um compartimento cheio de líquido entre a cabeça e  a espinha dorsal do peixe, funcionando como um órgão de equilíbrio,  equivalente ao ouvido interno humano. &#8220;<strong>É a caixa preta dos peixes&#8221;</strong>,  compara Freitas. Fatiados e analisados sob o microscópio, os otólitos  têm anéis de crescimento que podem ser contados para estimar a idade do  peixe, como se faz com os anéis dos troncos de árvores.</p>
<p><strong>&#8220;Não tem como fazer gestão pesqueira sem conhecer a biologia dos peixes&#8221;</strong>, justifica o pesquisador.</p>
<p>Assim como não dá para conservar &#8220;às cegas&#8221;, sem conhecer a fundo a  distribuição e o funcionamento dos ecossistemas que se pretende  proteger. Esse é o objetivo prático das pesquisas, segundo Dutra: gerar  conhecimento científico para embasar uma proposta eficiente de expansão  da rede de áreas protegidas no Banco de Abrolhos.</p>
<p>Uma proposta, ressalta Dutra, que seja boa para peixes e seres  humanos, beneficiando a pesca e atenuando conflitos com atividades  econômicas, como a exploração de petróleo e gás. Para isso, os dados  biológicos e minerais gerados estão sendo cruzados com dados econômicos e  sociais, para produzir uma espécie de zoneamento ecológico-econômico de  Abrolhos. <strong>&#8220;Temos várias alternativas de proteção, mas qual delas  oferece o melhor custo benefício? É isso que queremos saber&#8221;</strong>, afirma  Dutra.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>Japão culpa ativistas pelo fracasso na caça às baleias</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/03/21/japao-culpa-ativistas-pelo-fracasso-na-caca-as-baleias/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 06:21:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quarta-feira, 21 de Março de 2012
Fonte: AnimaiS.O.S
O Japão encerrou a caça à baleia com apenas um terço de animais apanhados, do que a sua meta anual. O governo japonês culpa ativistas por não ter esgotado a sua quota.
A caça à baleia é ilegal mas o Japão efetua caçadas legais, no âmbito de um programa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira, 21 de Março de 2012</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://animaisos.org/?n=4437" target="_blank">AnimaiS.O.S</a></p>
<div id="attachment_1599" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><img class="size-full wp-image-1599" title="thumbG.php" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/03/thumbG.php.jpg" alt="thumbG.php" width="290" height="181" /><p class="wp-caption-text">Foto: Reprodução/Sea Shepherd</p></div>
<p>O Japão encerrou a caça à baleia com apenas um terço de animais apanhados, do que a sua meta anual. O governo japonês culpa ativistas por não ter esgotado a sua quota.</p>
<p>A caça à baleia é ilegal mas o Japão efetua caçadas legais, no âmbito de um programa que dizem ser de pesquisa científica.</p>
<p>O governo japonês não esconde, porém, que estas vão, no fim, parar às prateleiras do supermercado.</p>
<p>Este ano, contudo, a agência de pescas nipónica apenas capturou 266 baleias anãs e uma baleia comum.</p>
<p>A meta era de 900 animais e o governo japonês condena os esforços de ativistas para não ter esgotado a sua cota.</p>
<p>A caça à baleia é ilegal há 25 anos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Nota da Editora: </strong></p>
<p><strong>“Se os baleeiros japoneses retornarem, a Sea Shepherd vai voltar. Estamos comprometidos com a defesa do Santuário Antártico das Baleias”, disse o Capitão Paul Watson. “Não importa quanto tempo leve, não importa o quão arriscado ou caro seja. A palavra “santuário” realmente significa algo para nós, e isso é algo que vale a pena lutar”.</strong></p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<item>
		<title>Estudo alerta do risco de extinção de aves marinhas</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/03/18/estudo-alerta-do-risco-de-extincao-de-aves-marinhas/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 22:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Domingo, 18 de Março de 2012
Fonte: Terra
Algumas espécies de aves marinhas, como albatrozes e pinguins, correm  mais risco de extinção que qualquer outro grupo de aves, indica um  estudo publicado nesta sexta-feira na revista científica Bird Conservation International.
Após fazer o acompanhamento das 346 espécies que habitam os oceanos,  especialistas das organizações para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 18 de Março de 2012</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5655367-EI8145,00-Estudo+alerta+do+risco+de+extincao+de+aves+marinhas.html" target="_blank">Terra</a></p>
<div id="attachment_1596" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1596" title="pinguin_1" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/03/pinguin_1-300x225.jpg" alt="pinguin_1" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Imagem ilustrativa</p></div>
<p>Algumas espécies de aves marinhas, como albatrozes e pinguins, correm  mais risco de extinção que qualquer outro grupo de aves, indica um  estudo publicado nesta sexta-feira na revista científica <em>Bird Conservation International</em>.</p>
<p>Após fazer o acompanhamento das 346 espécies que habitam os oceanos,  especialistas das organizações para a proteção das aves RSPB e BirdLife  International analisaram como nas últimas décadas a situação dessas  espécies se deteriorou e algumas estão agora à beira da extinção.</p>
<p>Os cientistas suspeitam que quase metade da população de todas as  espécies de aves marinhas está experimentando um declive quanto a seu  número. Noventa e sete espécies de aves marinhas, entre elas 17 de  albatrozes e 11 de pinguins, estão a ponto de desaparecer, enquanto  outras 35 espécies estão perto de ser consideradas em risco de extinção.</p>
<p>O estudo assinala que, apesar de essas aves só precisem ir a terra para  aninhar e pôr ovos, seu relativo isolamento não as protege da extinção. O  cientista Ben Sullivan, um dos autores do estudo, considerou que, <strong> &#8220;enquanto é bem sabido que é preciso adotar medidas urgentes para evitar  a destruição das florestas tropicais, existe outra crise de extinção  que temos que enfrentar: a das aves marinhas&#8221;</strong>.</p>
<p><strong>&#8220;No mar, centenas de milhares de aves marinhas estão morrendo ao ser  apanhadas como subproduto da indústria pesqueira&#8221;</strong>, observou Sullivan,  que explicou que na terra <strong>&#8220;são os ratos, os gatos e os cabras que estão  destruindo seu habitat, sobretudo em ilhas remotas onde estas aves podem  aninhar em grande número&#8221;</strong>.</p>
<p>Para este cientista, <strong>&#8220;estes fatores estão passando a fatura para as espécies que habitaram os oceanos durante milhões de anos&#8221;</strong>.</p>
<p>O estudo assinala que a Nova Zelândia, onde há 33 espécies que não  aninham em nenhum outro lugar, é uma prioridade na lista de países que  precisam de proteção para suas espécies ameaçadas.</p>
<p>O Reino Unido é o segundo país nessa lista de prioridades, à frente da Ilha Galápagos, Austrália, México e Japão.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>Os baleeiros foram para casa!</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/03/12/os-baleeiros-foram-para-casa/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 03:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Segunda-feira, 12 de Março de 2012
Fonte: Sea Shepherd
A frota baleeira japonesa deixa o Santuário de Baleias do Oceano Antártico
Operação Vento Divino acabou! Os baleeiros japoneses estão indo para casa!
A frota baleeira japonesa deixou o Santuário de Baleias do Oceano  Antártico e está indo para casa. “Uma vez que o capitão Peter  Hammerstedt e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda-feira, 12 de Março de 2012</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://seashepherd.org.br/os-baleeiros-foram-para-casa/" target="_blank">Sea Shepherd</a></p>
<div id="attachment_1591" class="wp-caption aligncenter" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-1591" title="news_120308_1_1_Bob_Barker_Southern_Ocean_Whale_Sanctuary_1150439" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/03/news_120308_1_1_Bob_Barker_Southern_Ocean_Whale_Sanctuary_1150439.jpg" alt="news_120308_1_1_Bob_Barker_Southern_Ocean_Whale_Sanctuary_1150439" width="260" height="195" /><p class="wp-caption-text">O Bob Barker fazendo o seu caminho através do Santuário de Baleias do Oceano Antártico. Foto: Carolina A. Castro</p></div>
<p>A frota baleeira japonesa deixa o Santuário de Baleias do Oceano Antártico</p>
<p><strong>Operação Vento Divino acabou! Os baleeiros japoneses estão indo para casa!</strong></p>
<p>A frota baleeira japonesa deixou o Santuário de Baleias do Oceano  Antártico e está indo para casa. “Uma vez que o capitão Peter  Hammerstedt e sua equipe do <em>Bob Barker </em>encontraram o <em>Nisshin Maru</em>,  em 5 de março, a temporada de caça às baleias foi efetivamente  encerrada para a temporada”, disse o Capitão Paul Watson no navio  principal da Sea Shepherd, <em>Steve Irwin</em>, que voltou recentemente e agora está atracado em Williamstown, Victoria, na Austrália.</p>
<p>Desde 01 de março, o <em>Bob Barker </em>seguiu o <em>Nisshin Maru,</em> enquanto se dirigiam constantemente noroeste. Os navios arpoadores japoneses pararam de seguir o <em>Bob Barker</em>.  A frota deixou as águas do Santuário de Baleias do Oceano Antártico, de  acordo com o capitão Peter Hammarstedt. A embarcação de segurança do  governo japonês, <em>Shonan Maru #2</em>, foi avistado por navios de  pesca a 30 graus ao Sul, que fica a leste de Brisbane, na Austrália,  indicando que a embarcação está bem no seu caminho de volta para o  Japão.</p>
<div id="attachment_1592" class="wp-caption aligncenter" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-1592" title="news_120308_1_2_BR_minke_whale_DSC1389" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/03/news_120308_1_2_BR_minke_whale_DSC1389.jpg" alt="news_120308_1_2_BR_minke_whale_DSC1389" width="260" height="195" /><p class="wp-caption-text">A baleia Minke nada livremente, como deveria, no Santuário de Baleias do Oceano Antártico. Foto: Billy Danger</p></div>
<p>Foi uma campanha longa e difícil e, embora prejudicados pela perda temporária do navio de escolta, <em>Brigitte Bardot</em>, o <em>Steve Irwin</em> e o <em>Bob Barker</em> foram capazes de perseguir a frota baleeira japonesa por mais de 17.000  milhas, dando-lhes pouco tempo para matar baleias. Além disso, dois dos  três navios arpoadores passaram mais tempo perseguindo os dois navios  da Sea Shepherd do que matando baleias.</p>
<p>“O número de baleias mortas não será liberado pelo Japão até abril,  mas, na minha opinião, eles não atingiram mais de 50% com certeza, e  minha previsão é que não será superior a 30%. Não tão bom como na  temporada passada, mas muito melhor do que todos os anos anteriores”,  disse o Capitão Paul Watson. “Foi uma campanha bem sucedida. Há centenas  de baleias nadando livre no Santuário de Baleias do Oceano Antártico,  que agora estariam mortas se não estivéssemos lá nos últimos três meses.  Isso nos deixa muito felizes”.</p>
<p>O <em>Bob Barker </em>voltará a Hobart, na Tasmânia, o <em>Brigitte Bardot </em>está concluindo reparos em Fremantle, e o<em> Steve Irwin</em> está agora ancorado em Williamstown.</p>
<div id="attachment_1593" class="wp-caption aligncenter" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-1593" title="news_120308_1_3_CAC_Bob_Barker_frozen_sea_water_crew_bow-0751" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/03/news_120308_1_3_CAC_Bob_Barker_frozen_sea_water_crew_bow-0751.jpg" alt="news_120308_1_3_CAC_Bob_Barker_frozen_sea_water_crew_bow-0751" width="260" height="195" /><p class="wp-caption-text">As águas geladas da Antártica começam a congelar enquanto o Bob Barker vai para casa. Foto: Carolina A. Castro</p></div>
<p>Em dezembro de 2012, se a frota baleeira japonesa retornar para o  Santuário de Baleias do Oceano Antártico, a Sea Shepherd Conservation  Society vai lançar a <em>Operação Justiça Cetácea</em>, com quatro navios, dois helicópteros, quatro <em>drones</em> (pequenos aviões operados por controle remoto) e 120 voluntários.</p>
<p>“Se os baleeiros japoneses retornarem, a Sea Shepherd vai voltar.  Estamos comprometidos com a defesa do Santuário Antártico das Baleias”,  disse o Capitão Paul Watson. “Não importa quanto tempo leve, não importa  o quão arriscado ou caro seja. A palavra “santuário” realmente  significa algo para nós, e isso é algo que vale a pena lutar”.</p>
<p><em>Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil</em></p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
<p><em><br />
</em></p>
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		<title>Reservas naturais itinerantes podem salvar espécies marinhas de extinção, diz estudo</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Mar 2012 01:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sádabo, 03 de Março de 2012
Fonte: Estadão
Cientistas americanos afirmam que as áreas de preservação dos oceanos,  onde caça e pesca não são permitidas, precisam ser móveis para proteger  as espécies marinhas.
A ideia de que apenas áreas fixas de preservação no oceano podem ser  criadas está ultrapassada e não reflete o comportamento dinâmico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sádabo, 03 de Março de 2012</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,reservas-naturais-itinerantes-podem-salvar-especies-marinhas-de-extincao-diz-estudo,838259,0.htm" target="_blank">Estadão</a></p>
<div id="attachment_1588" class="wp-caption aligncenter" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-1588" title="tubarao_div_Albert_kok" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/03/tubarao_div_Albert_kok.jpg" alt="tubarao_div_Albert_kok" width="288" height="212" /><p class="wp-caption-text">Albert Kok/Divulgação Os tubarões, assim como outros animais marinhos, correm riscos com a falta de proteção</p></div>
<p style="text-align: left;">Cientistas americanos afirmam que as áreas de preservação dos oceanos,  onde caça e pesca não são permitidas, precisam ser móveis para proteger  as espécies marinhas.</p>
<p>A ideia de que apenas áreas fixas de preservação no oceano podem ser  criadas está ultrapassada e não reflete o comportamento dinâmico de  algumas criaturas marinhas, segundo os cientistas da Universidade de  Stanford, nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>&#8220;Menos de 1% do oceano está protegido atualmente e estes parques  marinhos tendem a ser determinados ao redor de objetos que ficam  parados, como recifes de coral ou montanhas marinhas&#8221;</strong>, disse o professor  Larry Crowder, diretor científico do Centro para Soluções Oceânicas da  Universidade de Stanford.</p>
<p><strong>&#8220;Mas, estudos com rastreamento mostraram que muitos organismos,  peixes, mamíferos marinhos, tartarugas marinhas, aves marinhas e  tubarões, respondem a traços oceanográficos que não têm um ponto fixo&#8221;</strong>,  acrescentou.</p>
<p><strong>&#8220;Estes são caminhos e correntes que se movem com as estações, do  verão ao inverno, de ano a ano, baseados em mudanças climáticas  oceanográficas como o El Niño.&#8221;</strong></p>
<p>Crowder e outros cientistas marinhos afirmam que o desafio agora é  tentar determinar um sistema de reservas marinhas que seja tão dinâmico  como as criaturas que se tenta proteger.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Luta para conservação</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>Pesquisas mostraram como as espécies  marinhas respondem a correntes e caminhos nas águas e como as criaturas  seguem os nutrientes e as redes alimentares que são levadas por estes  eventos pelo oceano. Estes eventos do oceano são móveis, mudam de  posição.</p>
<p>E, para Crowder, as reservas marinhas do futuro precisam refletir estas características.</p>
<p>A implementação de áreas marinhas protegidas tem sido uma luta para  os conservacionistas e muitos dos envolvidos poderão hesitar diante da  ideia de termos reservas definidas por outros fatores que não sejam  coordenados em mapas marinhos.</p>
<p>Mas, Crowder afirma que esta nova proposta é realista.</p>
<p><strong>&#8220;Além de saber onde os animais estão indo e como eles respondem às  características oceânicas, também sabemos muito mais sobre onde os  pescadores estão. Os pescadores têm um GPS muito preciso. Então não acho  que está fora das possibilidades fazer com que os pescadores obedeçam à  fronteira de uma reserva móvel&#8221;</strong>, afirmou.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sensores múltiplos</strong></p>
<p><strong> </strong>A nova proposta foi apresentada pelos  cientistas americanos na reunião anual da Associação Americana para o  Avanço da Ciência, em Vancouver, Canadá.</p>
<p>Segundo os cientistas, o enorme volume de dados levantados com o  rastreamento de criaturas marinhas levou à conclusão de que as reservas  marinhas precisam ser itinerantes.</p>
<p>Os dispositivos colocados nos animais estão cada vez mais sofisticados e podem ser colocados em muitas espécies.</p>
<p>Além disso, muitas das inovações que melhoraram o desempenho e as  funções de telefones celulares estão sendo incorporados aos últimos  modelos de dispositivos de rastreamento.</p>
<p>Estes dispositivos não registram apenas os locais onde os animais vão, mas também fornecem dados sobre o estado dos oceanos.</p>
<p><strong>&#8220;Agora podemos colocar sensores múltiplos em um único dispositivo e  quando você pode melhorar (o desempenho) da bateria com algo como um  painel de energia solar, você consegue esta oportunidade incrível de ver  o que um animal está fazendo em dimensões múltiplas e por longos  períodos de tempo&#8221;</strong>, afirmou a pesquisadora do US Geological Survey,  Kristin Hart, que mostrou na reunião alguns dos menores dispositivos de  rastreamento usados.</p>
<p><strong>&#8220;O tamanho é importante, particularmente quando você quer responder  questões a respeito de (animais) jovens ou indivíduos que se movem muito  rapidamente como o atum &#8211; você não quer sobrecarregar o animal com algo  grande e desajeitado, ou você vai afetar o comportamento dele&#8221;</strong>,  acrescentou.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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