A VERDADE SOBRE O SEA WORLD

A VERDADE SOBRE O SEA WORLD
A FALL FROM FREEDOM – Documentário

A VERDADE SOBRE O SEA WORLD
A FALL FROM FREEDOM – Documentário
Nem precisa baixar, da pra ver on-line:
Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
Fonte: ANDA

A baleia beluga é um cetáceo que vive no Ártico (AFP/Arquivo, Kazuhiro Nogi)
Mais de cem baleias beluga, uma espécie protegida, encontram-se presas pelo gelo no mar de Bering, informou nesta quarta-feira a região de Chukotka (extremo nordeste da Rússia), que pediu às autoridades nacionais o envio de um navio quebra-gelo à região.
“Mais de 100 belugas encontram-se presas pelo gelo no Mar de Bering e ficaram separadas do mar, 15 km ao sul do povoado de Ianrakynnot”, disse um porta-voz das autoridades regionais, informando que os cetáceos foram encontrados por pescadores na manhã de terça-feira. Esta região está localizada a 300 km do estado americano do Alasca e a 6 mil km a leste de Moscou. Esta região do Extremo Oriente russo com clima hostil é uma das mais inacessíveis do país.
“O governador de Chucotka, Roman Kopin, enviou uma carta ao ministro de Transporte, Igor Levitin, e ao ministro de Situações de Emergência, Serguei Choigu, para que considerem o envio de um navio quebra-gelos para salvar as belugas”, acrescentou. “Provavelmente a comida ficará escassa e a água congelará em grande velocidade, razão pela qual todos os animais estão ameaçados de esgotamento e de morte”, disse o governo de Chukotka.
Segundo esta fonte, um quebra-gelos, o Rubin, encontra-se a um dia e meio ou dois dias de viagem do estreito de Siniavinsk, onde estas baleias estão presas, e pode ajudar a libertá-las. A baleia beluga é um cetáceo que vive no Ártico. É uma das três espécies, junto com o urso polar e com o tigre siberiano, protegidas por um programa especial dirigido pelo influente primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin.
Estes cetáceos podem chegar a medir 6 m de comprimento e pesar até 2 toneladas. São capazes de permanecer cerca de 25 minutos debaixo d´água sem necessidade de voltar à superfície para respirar. Segundo o site de Putin relacionado a estas baleias (http://premier.gov.ru/patron/beluha/), os cientistas russos ignoram o número total de belugas existentes, já que os estudos a respeito disso foram retomados apenas em 2008, após 30 anos de interrupção.
Estas baleias vivem em mares frios do Extremo Oriente russo, assim como em partes do oceano Ártico (mar Branco e mar de Barents), no noroeste da Rússia. A indústria petroleira, o aquecimento climático e a caça ameaçam o espaço que precisam para viver, segundo as ONGs de defesa de animais. “Atualmente fixou-se o limite anual de pesca em 1.500 animais, embora este máximo autorizado não tenha fundamento científico algum, o que poderia fazer com que ocorresse uma pesca exagerada e as populações existentes fossem prejudicadas”, explica esta página.
As baleias costumam ficar presas no gelo, mas é pouco comum que isso ocorra com um grupo tão grande.
Sábado 17/12, no período da tarde, na feira ONG BRASIL, compareça no STAND da SEA SHEPHERD e conheça LAWRENCE WAHBA, documentarista da vida selvagem.
Conheça a Campanha em Defesa dos Tubarões. Venha bater um papo conosco e saber mais sobre as campanhas em defesa dos oceanos!
LOCAL: EXPO CENTER NORTE – Pavilhão Vermelho HORAS: 10:00 as 17:00 RUA L – STAND L6
Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2011
Fonte: Folha.com

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou neste sábado que a petrolífera americana Chevron pode ser “expulsa” do país caso não cumpra os acordos para reparar os danos causados pelo vazamento de petróleo na bacia de Campos.
“A empresa já foi fortemente penalizada pelo que fez e foi suspensa de fazer novas perfurações no Brasil, embora seja a segunda maior empresa do mundo”, afirmou Lobão aos jornalistas na cidade de Teresina, capital do Piauí.
O ministro lembrou que a Chevron deve pagar a multa de R$ 50 milhões que foi imposta pelas autoridades e também se responsabilizar pelos danos causados ao meio ambiente, que ainda não foram totalmente quantificados.
“Estamos atentíssimos no sentido de que cumpra o seu papel ou então (a Chevron) será expulsa do Brasil”, completou Lobão.
A Chevron calcula que o vazamento na Bacia de Campos seja de 2,4 mil barris de petróleo, embora as autoridades do Rio de Janeiro apresentem outro número: 15 mil barris.
A própria companhia foi encarregada de recolher o petróleo que subiu até a superfície. A mancha de petróleo, que praticamente já desapareceu, está localizada a cerca de 120 km do litoral do Rio de Janeiro.
Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
Fonte: Anda

Subiu para 108 o número de animais marinhos encontrados mortos na costa catarinense. Desde o início do monitoramento realizado por biólogos do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) foram registrados o aparecimento de 90 tartarugas verdes (Chelonia mydas), três golfinhos cinza (Sotalia guianensis), 12 botos (Tursiops truncatus), conhecidos como “boto flíper” ou “boto da tainha”, uma baleia jubarte (Megaptera novaeangliae), uma baleia-minke-antártica (Balaenoptera bonaerensis), e uma toninha (Pontoporia blainvillei).
Especialistas acompanham o caso e apontam como causa preliminar o uso de redes de emalhe, proibidas na pesca. Essa suspeita, no entanto, ainda não foi confirmada e outras possibilidades estão sendo estudadas.
Todo o material foi recolhido para análise. Os pesquisadores estão percorrendo 350 km da costa de Santa Catarina à procura de novos registros. O laudo com a causa das mortes deverá ser divulgado em breve.
Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
Fonte: Folha.com

A Austrália decidiu nesta sexta-feira criar o maior parque marinho do mundo, a fim de proteger uma vasta extensão do mar de Coral, que banha o nordeste do país, e onde foram travadas acirradas batalhas na Segunda Guerra Mundial.
O ministro do Meio Ambiente, Tony Burke, disse que o parque terá quase 1 milhão de quilômetros quadrados – equivalente à França e Alemanha juntas – e que protegerá peixes, arrecifes e locais de desova de aves marítimas e da tartaruga verde.
“O significado ambiental do mar de Coral está na sua diversidade de recifes de coral, bancos de areia, cânions e planícies abissais”, disse Burke. “Ele contém mais de 20 exemplos excepcionais de isolados recifes tropicais, bancos de areia e ilhas.”
O novo parque abrangerá também navios naufragados durante a Batalha do Mar de Coral, uma série de confrontos navais entre forças japonesas, norte-americanas e australianas, em 1942, no que foi considerada a primeira batalha envolvendo porta-aviões.
Pelo menos três navios dos EUA estão naufragados ali – USS Lexington, US USS Sims e USS Neosho, segundo Burke.
O governo vai detalhar dentro de 90 dias os limites do parque, que ficará dentro da zona econômica marítima australiana. Atualmente, o maior parque marítimo do mundo fica em torno do arquipélago de Chagos, possessão britânica no Índico.
Sábado, 19 de Novembro de 2011
Fonte: preservaar.blogspot.com

Para Conhecimento de todos.
Temos recebido diversas críticas a respeito de nossas ações, ou melhor, do que supostamente não estamos fazendo, no derrame da Chevron.
Saibam que, já estamos envolvidos nesta questão a cerca de dez dias, muito antes de nossos “críticos” saberem através da mídia. Neste período se fez um levantamento dos custos de uma operação com embarcação e aeronave ( pois o derrame ocorreu a 120 Km da costa) que giram em torno de R$100.000,00 reais para 3 míseros dias de operação.

Sábado, 12 de Novembro de 2011
Fonte: Golfinhos. Net

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, lançou um alerta sobre o aumento no número de mortes de baleias e golfinhos, vítimas da chamada “pesca por engano”. Um relatório, divulgado em Bonn, na Alemanha, sugere que a maioria das espécies marítimas está sendo fortemente afetada por atividades pesqueiras.
Segundo a Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres, ainda que as baleias não sejam atingidas diretamente, a sobrepesca tem ameaçando cerca de 13 espécies. Mesmo que a caça, em escala comercial, tenha quase chegado ao fim, os mamíferos continuam sofrendo com caças locais, capturas e até mesmo o abatimento deliberado das baleias.
As maiores vítimas da “pesca por engano” são as baleias com dentes; no total, existem 50 espécies ameaçadas com caças locais e capturas, três a mais que em 2001.
Além das baleias, os golfinhos também são vítimas da pesca por engano. O golfinho do Rio Baiji da China, que tinha o rio Yangtze como habitat, está praticamente extinto. Desde 2002, nenhuma outra espécie foi registrada na área. Outro problema para os mamíferos marinhos são o lixo e a poluição causados por mãos humanas. Muitas baleias e golfinhos ingerem pedaços de plástico, lançados no mar. A liberação de produtos químicos por parte de navios e até despejo de indústrias nas águas também prejudica a saúde dos mamíferos.
As baleias com dentes sofrem ainda as conseqüências do barulho do mar e do aquecimento global. Segundo o Pnuma, estas ameaças têm de ser submetidas a regras internacionais. O conselho científico da Convenção da ONU sugeriu uma resolução sobre pescas com redes, a ser adotada já em Novembro. O objetivo do documento é pedir à comunidade internacional ação imediata para melhorar práticas de pesca, reduzindo assim a morte desnecessária de mamíferos marinhos.
Quarta-feira, 09 de Novembro de 2011
Fonte: Sea Shepherd

Essa semana, segundo relatos dos ativistas da Sea Shepherd no Japão, um grupo de 25 golfinhos foi morto. A crueldade continua e não é possível intervir fisicamente contra o massacre.
A presença dos “Cove Guardians” na enseada tem irritado os caçadores, que agrediram com um empurrão dois dos ativistas. Logo se formou uma confusão e a polícia presente para defender os assassinos, expulsou nossos ativistas do local. Deprimente…
Quinta-feira, 03 de Novembro de 2011
Fonte: Folha.com

Voluntários tentam manter baleias vivas até que a maré suba; ao fundo, a outra sobrevivente
Três baleias-bicuda-de-gray encalharam na praia Papamoa, na Nova Zelândia, confirmou o DOC (Departamento de Conservação de animais do país) nesta sexta-feira.
A mais nova das três morreu, e os voluntários do DOC tentam manter as outras duas – adultas – vivas até que a maré suba e elas possam retornar ao mar.