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	<title>Instituto SEA SHEPHERD Brasil &#187; Sem categoria</title>
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	<description>Canal de informações entre os ativistas da Sea Shepherd Brasil</description>
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		<title>Costa Concordia: “danos ambientais podem ser irreparáveis”, diz biólogo</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 22:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
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Fonte: Anda
Conhecido por suas águas cristalinas e pela diversidade da vida  marinha e dos corais, a região próxima à ilha de Giglio, na costa  italiana da Toscana, vive momentos de aflição. Além das perdas humanas  já registradas, o meio ambiente local já sofre impacto pelo naufrágio do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 29 de Janeiro de 2012</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.anda.jor.br/28/01/2012/costa-concordia-danos-ambientais-podem-ser-irreparaveis-diz-biologo" target="_blank">Anda</a></p>
<div id="attachment_1579" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1579" title="2199010-4217-rec" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/01/2199010-4217-rec-300x224.jpg" alt="2199010-4217-rec" width="300" height="224" /><p class="wp-caption-text">Costa Concordia naufragou no dia 13 de janeiro (Foto: AFP)</p></div>
<p>Conhecido por suas águas cristalinas e pela diversidade da vida  marinha e dos corais, a região próxima à ilha de Giglio, na costa  italiana da Toscana, vive momentos de aflição. Além das perdas humanas  já registradas, o meio ambiente local já sofre impacto pelo naufrágio do  Costa Concordia, no último dia 13. As consequências ainda não podem ser  medidas e talvez levem anos para serem constatadas. Mas o ecossistema  corre o risco de ser alterado gravemente.</p>
<p>Para além da emergência de possíveis vazamentos de combustível, os  materiais contaminantes e a quantidade de lixo e entulhos do cruzeiro  ameaçam a sobrevivência das espécies marinhas e de outros animais que  dependem destes. A contaminação que já existe no local, que ainda não  foi mensurada, pode ter efeito cumulativo sobre toda a fauna local.</p>
<p>Para o diretor do Programa Marinho da Conservação Internacional (CI)  no Brasil, Guilherme Dutra, os corais estão entre os organismos mais  sensíveis aos impactos ambientais. Segundo ele, é difícil avaliar o  tamanho do dano ambiental causado pelo Costa Concordia porque há vários  fatores que são determinantes para a análise, como a quantidade de  poluentes que estavam no navio, o movimento das correntes marítimas e a  velocidade dos ventos.</p>
<p>No fundo do mar (que neste caso é raso), os efeitos do acidente são  imediatos. O biólogo e instrutor de mergulhos em naufrágios Maurício  Carvalho explica que há dois tipos de fauna marinha: a bentônica  (organismos que vivem no fundo) e a composta pelo plâncton (os que ficam  à deriva dos movimentos oceânicos) e pelo nécton (aqueles com  capacidade natatória). <strong>“Quando ocorre um naufrágio, os primeiros  afetados são os seres vivos bentônicos, pois seu habitat é imediatamente  destruído. Os demais seres também são prejudicados, especialmente em  função dos componentes contaminantes que estão no navio (como a tinta do  casco, os óleos lubrificantes e de refrigeração das máquinas e motores e  o material de revestimento da embarcação)”</strong>, aponta.</p>
<p>Com o habitat modificado, há possibilidade de desaparecimento de  espécies. <strong>“Apesar de se falar bastante na preocupação com o combustível  do navio, a própria construção possui elementos que causam impactos  ambientais, como o chumbo e o cobre da estrutura”</strong>, alerta.</p>
<p>Embora o governo italiano esteja tomando cuidados para minimizar os  estragos alguns danos podem não ser recuperados totalmente.<strong> “Se o  impacto for crítico, o tempo de recuperação é lento. Algumas colônias de  corais, por exemplo, demoram centenas de anos para se recuperar”</strong>,  esclarece Dutra.</p>
<p>Devido ao combustível ser um óleo pesado, o resultado de um vazamento  pode equivaler a um derramamento de petróleo. <strong>“Mas a mancha de óleo  diesel, como passa por tratamento, tem um efeito de toxidade ainda maior  que o óleo cru”</strong>, ressalta Dutra. Parte do óleo que entra em contato com  o mar chega ao fundo e pode causar a mortandade da base da vida  marinha; a outra, flutuante, acaba alastrando-se por quilômetros de  distância, conforme as condições do mar e do tempo.</p>
<p><strong>“As barreiras de contenção são importantes para que o óleo  superficial não se espalhe, porém, para funcionar, o mar precisa estar  tranquilo. Com a movimentação das ondas, o efeito das barreiras fica  comprometido</strong>”, assinala Dutra.</p>
<p>Carvalho cita o caso do impacto ambiental causado na costa do Alasca,  que continua a apresentar problemas ambientais resultantes dos resíduos  do derrame de um navio petroleiro em 1989. A recuperação é lenta e,  mesmo assim, não é totalmente garantida.</p>
<p><strong>Remoção do combustível</strong></p>
<p>Segundo informações das agências internacionais, a extração do  combustível pesado dos 15 tanques (equivalente a 2,3 t) do cruzeiro  naufragado, que põe em risco o ecossistema da área, prejudicando a fauna  e flora marinha e comprometendo o restante da cadeia alimentar que vive  ou passa pelo local, será feita mediante perfuração no casco e  posterior bombeamento do líquido para cisternas externas, enquanto  através de uma segunda abertura o tanque será preenchido com água do mar  para evitar o vazio que provocaria novos movimentos no barco.</p>
<p>A preocupação é maior neste momento com o combustível em função da  quantidade (os tanques estavam cheios quando ocorreu o naufrágio) e o  consequente potencial de desastre. A embarcação de 290 m de comprimento  permanece sobre um banco de rochas submarinas, mas as equipes de resgate  temem que ela deslize e caia de forma abrupta em águas muito mais  profundas.</p>
<p>Uma mancha de 300 m por 200 m de hidrocarboneto já é vista no litoral  de Giglio. Apesar de não haver confirmação se ela é decorrente do  vazamento de combustível, materiais de contenção já estão sendo  utilizados ao redor do cruzeiro. Esta é uma maneira de mitigar que os  impactos sejam ainda maiores.</p>
<p><strong>“Por mais que a remoção do combustível ocorra dentro do previsto, a  fauna e flora do local já sofrem com o contato de contaminantes. A  retirada busca minimizar os danos já que o volume de combustível do  Costa Concordia é muito grande e, sem a remoção, o perigo de o desastre  ser maior aumenta”</strong>, destaca Carvalho.</p>
<p><strong>Naufrágio do Costa Concordia</strong></p>
<p>O cruzeiro Costa Concordia naufragou na sexta-feira,  dia 13 de janeiro, após colidir em uma rocha nas proximidades da ilha  de Giglio, na costa italiana da Toscana. Mais de 4,2 mil pessoas estavam  a bordo. Até terça, dia 24, 16 mortes haviam sido confirmadas. Ainda há  desaparecidos, e prosseguem os trabalhos de busca. O Itamaraty informou  que 57 brasileiros estavam a bordo do navio, mas nenhum deles está  entre as pessoas não encontradas.</p>
<p>O navio, que tem 290 metros de comprimento e 114,5 mil toneladas,  margeava a ilha de Giglio quando houve a colisão. Houve pânico e  reclamações de despreparo da tripulação. O comandante do Costa  Concordia, Francesco Schettino, foi acusado de ter abandonado o navio.  Ele disse que estava no comando, mas um áudio divulgado para a imprensa,  em que há uma discussão entre ele e a Guarda Costeira, indica que o  capitão já estava na costa no momento do resgate.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>Mais de 90 baleias-piloto encalham na Nova Zelândia</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/01/25/mais-de-90-baleias-piloto-encalham-na-nova-zelandia/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012
Fonte: Folha.com
Mais de 90 baleias-piloto foram encontradas encalhadas na Nova Zelândia,  o terceiro fato do tipo durante este verão, informam as autoridades  locais.
Os cetáceos foram descobertos na manhã desta segunda-feira por um avião  que sobrevoava uma remota praia de Golden Bay, ao norte das ilhas do  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1038046-mais-de-90-baleias-piloto-encalham-na-nova-zelandia.shtml" target="_blank">Folha.com</a></p>
<div id="attachment_1574" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-1574" title="new-zealand-stranded-_fran" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/01/new-zealand-stranded-_fran-225x300.jpg" alt="new-zealand-stranded-_fran" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Equipe de resgate se esforçam para salvar as baleias encalhadas (Foto: AP Photo/Project Jonah)</p></div>
<p>Mais de 90 baleias-piloto foram encontradas encalhadas na Nova Zelândia,  o terceiro fato do tipo durante este verão, informam as autoridades  locais.</p>
<p>Os cetáceos foram descobertos na manhã desta segunda-feira por um avião  que sobrevoava uma remota praia de Golden Bay, ao norte das ilhas do  Sul.</p>
<p>O dispositivo de resgate tentou que as baleias retornassem para águas  mais profundas, embora a &#8220;confusão&#8221; dos mamíferos e a maré baixa tenha  impedido o resgate, disse John Mason, diretor do Departamento de  Conservação (DOC) da Nova Zelândia</p>
<p>Cerca de 50 pessoas, dez trabalhadores do DOC e 40 voluntários, foram  para a região para manter os animais com vida, enquanto se espera a alta  da maré para retomar as operações de resgate.</p>
<p>O diretor do organismo conservacionista explicou que é &#8220;incomum&#8221; que  aconteçam três eventos do mesmo tipo durante um mesmo verão.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>América Central quer combater o comércio de barbatanas de tubarão</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/01/24/america-central-quer-combater-o-comercio-de-barbatanas-de-tubarao/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:34:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
Fonte: G1
Países que integram a Organização de Pesca e Aquicultura da América  Central (Ospesca) divulgaram nesta segunda-feira (23) que tomarão  medidas para combater a pesca de tubarões e a retirada das barbatanas,  com a finalidade de proteger as espécies e evitar o comércio ilegal.
Ações preventivas serão realizadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/01/america-central-quer-combater-o-comercio-de-barbatanas-de-tubarao.html" target="_blank">G1</a></p>
<div id="attachment_1570" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1570" title="barbatana1" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/01/barbatana1-300x225.jpg" alt="barbatana1" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Barbatanas de tubarão são vistas em comércio da cidade de Hong Kong, na China. (Foto: Aaron Tam/AFP)</p></div>
<p>Países que integram a Organização de Pesca e Aquicultura da América  Central (Ospesca) divulgaram nesta segunda-feira (23) que tomarão  medidas para combater a pesca de tubarões e a retirada das barbatanas,  com a finalidade de proteger as espécies e evitar o comércio ilegal.</p>
<p>Ações preventivas serão realizadas nos 5.750 km de costa, que  compreende o Mar do Caribe e o Oceano Pacífico, indicou a instituição da  qual fazem parte países como Guatemala, El Salvador, Nicarágua,  Honduras, Costa Rica, Panamá e República Dominicana.</p>
<p>Segundo Mario Gonzalez, diretor da Ospesca, a primeira atitude para  coibir a prática foi a proibição do corte da barbatana. Na última  semana, Colômbia e Costa Rica concordaram em perseguir e punir aqueles  que praticam este método. Ele explicou ainda que o foco será proteger as  espécies da prática ilegal. O quilo da barbatana chega a custar U$ 200 no  mercado internacional.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>Caçadores de tartarugas agora protegem os animais nos mares das Filipinas</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/01/17/cacadores-de-tartarugas-agora-protegem-os-animais-nos-mares-das-filipinas/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 04:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Terça-feira, 17 de Janeiro de 2011
Fonte: Estadão

A majestosa tartaruga marinha dos mares das Filipinas encontrou proteção  nos caçadores que antes ameaçavam sua sobrevivência e que agora,  arrependidos, salvam a cada ano milhares de ovos das garras dos  traficantes.
&#8220;Sou um ex-criminoso, não posso descrever o que fiz de outra  forma. Me arrependo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, 17 de Janeiro de 2011</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cacadores-de-tartarugas-agora-protegem-os-animais-nos-mares-das-filipinas,821392,0.htm" target="_blank">Estadão</a></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1567" title="8649tartaruga" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/01/8649tartaruga-300x225.jpg" alt="8649tartaruga" width="300" height="225" /></p>
<p>A majestosa tartaruga marinha dos mares das Filipinas encontrou proteção  nos caçadores que antes ameaçavam sua sobrevivência e que agora,  arrependidos, salvam a cada ano milhares de ovos das garras dos  traficantes.</p>
<p><strong>&#8220;Sou um ex-criminoso, não posso descrever o que fiz de outra  forma. Me arrependo por ter comido e vendido milhares de ovos de  tartaruga&#8221;</strong>, disse à Agência Efe Manolo Ibias, diretor do centro de  conservação Pawikan de Morong, uma localidade do litoral do Mar da China  Meridional, a 200 quilômetros de Manila.</p>
<p>Ibias e outros 25 companheiros que também se dedicavam à caça  dos ninhos patrulham diariamente a praia de Morong durante a temporada  de desova, entre setembro e março, para recolher e salvar os ovos  deixados por dezenas de fêmeas.</p>
<p><strong>&#8220;Calculo que salvamos cerca de 47 mil animais desde que viramos protetores&#8221;</strong>, comentou.</p>
<p>Para prosseguir com o projeto de reconversão, Ibias e os outros  ex-caçadores reivindicaram ao Governo uma ajuda para buscar um novo  emprego e, após as experiências frustradas com a pesca e com um posto de  gasolina, Manolo se tornou diretor do centro de conservação, financiado  com dinheiro público e doações.</p>
<p><strong>&#8220;Não temos um salário fixo, isso depende do número de visitantes  e da necessidade de controle do local. Recolhemos ovos, patrulhamos a  área, guiamos turistas e limpamos a praia para que os animais não se  asfixiem com sacos plásticos&#8221;</strong>, explicou.</p>
<p>Até 1999, eles também percorriam a praia todas as noites, mas  com o propósito de colher os ovos, muito apreciados na região e por isso  mesmo valiosos no mercado negro.<br />
<strong><br />
&#8220;Um ovo de galinha custava 1,5 pesos (US$ 0,03) e vendíamos os de tartaruga pelo dobro desse preço&#8221;</strong>, contou.</p>
<p><strong>&#8220;Em cada ninho, uma tartaruga deixa em média 100 ovos. Se  encontrávamos três ninhos, ganhávamos muito dinheiro. Hoje os ovos são  vendidos por oito pesos&#8221;</strong>, destacou Ibias, de 59 anos.</p>
<p>Ao completarem 25 anos, estes répteis nadam milhares de  quilômetros de volta à praia onde nasceram para enterrar seus ovos. A  partir dessa idade, retornam ao mesmo lugar aproximadamente a cada três  anos para a desova.</p>
<p>Suas visitas costumam durar somente o tempo necessário para  enterrar os ovos 50 centímetros abaixo da areia e voltar ao mar,  deixando seus descendentes à mercê de outros animais como caranguejos.</p>
<p>Após uma incubação de 40 a 75 dias, os filhotes quebram a casca  dos ovos e percorrem a duras penas os poucos metros que os separam do  mar.<br />
<strong><br />
&#8220;Cada animal deixa cerca de 100 ovos e desova três vezes em um  período de seis meses. Pode parecer muito, mas não é. Os peixes, por  exemplo, deixam milhões de ovos por temporada&#8221;</strong>, disse Ibias.</p>
<p>Os funcionários do centro construíram um cercado de 45 metros  quadrados ao redor de 30 ninhos, informando a data do nascimento de cada  um deles.</p>
<p>Ibias caminha entre os ninhos com cuidado para não pisá-los, até  que vê um buraco na areia: <strong>&#8220;É algum caranguejo querendo comer os ovos.  Por mais que tentemos, não podemos controlar tudo&#8221;</strong>, lamentou.</p>
<p>Então, cava com as mãos por alguns segundos e respira aliviado  ao ver que os ovos, parecidos com uma bola de ping pong, continuam  intactos.</p>
<p>Em um pequeno tanque próximo ao cercado, três tartarugas doentes  nadam tranquilamente e se aproximam dos turistas, que podem tocá-las  sem nenhuma restrição.</p>
<p><strong>&#8220;Esta daqui &#8211; explica Ibias apontando para um animal que inclina  para frente &#8211; tem ar dentro da carapaça e não consegue nadar direito.  Estamos pensando, com ajuda do nosso veterinário, em colocar um pequeno  contrapeso na parte de trás para compensar o desequilíbrio&#8221;.<br />
</strong><br />
Apesar dos esforços, Manolo lamenta que em aldeias próximas a  este santuário, os moradores continuem caçando os ovos de tartaruga.<br />
<strong><br />
&#8220;Fico muito triste, mas ainda há muita gente que os come sem pensar nos danos que fazem à natureza&#8221;</strong>, concluiu.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<item>
		<title>Parte de cargueiro encalhado na Nova Zelândia já afundou, diz governo</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 23:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Terça-feira, 10 de Janeiro de 2011
Fonte: G1
Metade do navio Rena, que partiu ao meio no último fim de semana na costa da Nova Zelândia,  começou a afundar no oceano nesta terça-feira (10) e restos de óleo que  estavam no seu interior já aparecem na superfície junto com destroços,  afirmam autoridades do país.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-feira, 10 de Janeiro de 2011</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/01/parte-de-cargueiro-encalhado-na-nova-zelandia-ja-afundou-diz-governo.html" target="_blank">G1</a></p>
<div id="attachment_1564" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1564" title="navio-nova-zelandia-reu940" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/01/navio-nova-zelandia-reu940-300x168.jpg" alt="navio-nova-zelandia-reu940" width="300" height="168" /><p class="wp-caption-text">Navio que se partiu em duas partes no sábado (7) na Nova Zelândia está praticamente submerso. (Foto: Maritime New Zealand/Handout/Reuters)</p></div>
<p>Metade do navio Rena, que partiu ao meio no último fim de semana na costa da Nova Zelândia,  começou a afundar no oceano nesta terça-feira (10) e restos de óleo que  estavam no seu interior já aparecem na superfície junto com destroços,  afirmam autoridades do país.</p>
<p>A popa da embarcação começou a descer para o fundo do mar na manhã de  terça (hora local, madrugada no Brasil). A embarcação de bandeira  liberiana havia encalhado em corais em outubro passado, o que provocou  vazamento de petróleo – considerado o maior acidente ambiental da  história da Nova Zelândia. A maré negra matou mais de 2 mil aves e  contaminou praias da Baía de Plenty.</p>
<p>Segundo James Sygrove, porta-voz da autoridade marítima neozeolandesa, a  frente do barco continua firme na superfície, já que está cravada no  recife. Ele afirmou ainda que é grande a quantidade de madeira, plástico  e outros detritos que flutuam ao redor.</p>
<p>Equipes de limpeza foram preparadas para limpar o óleo que é derramado  e, possivelmente, poderá atingir novamente as praias. Cerca de 150  contêineres já caíram no mar, alguns carregados de leite em pó. Praias  foram fechadas para impedir as pessoas de recolherem sacos de leite, que  podem estar contaminados.</p>
<p>Quando o navio, Rena, encalhou no coral de Astrolabe no dia 5 de  outubro com 1.733 mil toneladas de óleo, 350 toneladas vazaram.  O  capitão e outros oficiais que comandavam o navio foram indiciados pelo  acidente. Entretanto, as autoridades ambientais neozelandesas sustentam  que desta vez o dano ambiental será menor.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>Expedição encontra na Antártida novas espécies no fundo do mar</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2012/01/04/expedicao-encontra-na-antartida-novas-especies-no-fundo-do-mar/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 23:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.seashepherd.org.br/?p=1559</guid>
		<description><![CDATA[Quarta-feira, 04 de Janeiro de 2012
Fonte: G1
Cientistas britânicos encontraram comunidades de espécies desconhecidas no fundo do mar próximo à Antártida,  no ambiente escuro e quente que cerca as fontes hidrotermais, segundo  um estudo divulgado nesta semana pela publicação científica PLoS  Biology.
Uma estrela-do-mar com sete pontas, um polvo pálido e um novo tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira, 04 de Janeiro de 2012</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/01/expedicao-encontra-novas-especies-no-fundo-do-mar-na-antartida.html" target="_blank">G1</a></p>
<p>Cientistas britânicos encontraram comunidades de espécies desconhecidas no fundo do mar próximo à Antártida,  no ambiente escuro e quente que cerca as fontes hidrotermais, segundo  um estudo divulgado nesta semana pela publicação científica PLoS  Biology.</p>
<p>Uma estrela-do-mar com sete pontas, um polvo pálido e um novo tipo de  caranguejo yeti foram vistos pela primeira vez em 2010 e descritos  graças à ajuda de um veículo robótico que explorou a cordilheira  submarina East Ridge Scotia, no fundo do Oceano Atlântico Sul, entre a  Antártida e o extremo da América do Sul.</p>
<p>A descoberta feita por especialistas das Universidades de Oxford e  Southampton, além de integrantes do Serviço Antártico Britânico (BAS),  permitiu visualizar ainda novas espécies de perceves (um tipo de  crustáceo) e anêmonas.</p>
<p>Nessa região, as fontes hidrotermais (com  temperaturas que chegam a  até 383 ºC) encontram ambiente único que não recebe a luz solar, mas que  é rico em certos componentes químicos.</p>
<div id="attachment_1560" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1560" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/01/polvo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Imagem capturada a 2,4 mil metros de profundidade do Oceano Atlântico Sul mostra nova espécie de polvo (Foto: Divulgação/Natural Environment Research Council ChEsSo)</p></div>
<p>De acordo com o professor Alex Rogers, do Departamento de Zoologia da  Universidade de Oxford, <strong>&#8220;as fontes hidrotermais são lar de animais que  não são encontrados em nenhuma outra parte do planeta e que obtêm sua  energia não do sol, mas de substâncias químicas como o sulfeto de  hidrogênio&#8221;.</strong></p>
<p>As imagens mostraram colônias enormes de uma nova espécie de caranguejo  yeti, agrupadas ao redor de condutos de ventilação. A câmera também  captou uma nova espécie predadora de estrela-do-mar com sete braços, que  se arrasta pelos campos de perceves, além de um polvo de cor pálida não  identificado, a quase 2,4 mil metros de profundidade.</p>
<p><strong>&#8220;O que não encontramos é quase tão surpreendente como o que  encontramos&#8221;</strong>, observou Rogers, que acrescentou que <strong>&#8220;muitos animais como  os vermes, mexilhões, caranguejos e camarões, descobertos em fontes  hidrotermais nos Oceanos Pacífico, Atlântico e Índico simplesmente não  foram encontrados ali&#8221;.</strong></p>
<p>Os cientistas consideraram que as diferenças entre os grupos de animais  descobertos ao redor das fontes da Antártida e aqueles que estavam em  outros lugares indicam que o Oceano Antártico pode agir como uma  barreira para alguns deles.</p>
<div id="attachment_1561" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1561" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2012/01/estrela-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Estrela-do-mar encontrada nas profundezas do Mar Antártico tem sete pontas (Foto: Divulgação/Natural Environment Research Council ChEsSo)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>Sea Shepherd intercepta frota baleeira japonesa com aviões não tripulados</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2011/12/25/sea-shepherd-intercepta-frota-baleeira-japonesa-com-avioes-nao-tripulados/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 23:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.seashepherd.org.br/?p=1556</guid>
		<description><![CDATA[Domingo, 25 de Dezembro de 2011
Fonte: ANDA

A tripulação da Sea Shepherd interceptou e impediu a atuação da frota  baleeira japonesa na véspera do Natal (24), a cerca de mil quilômetros  ao norte do Santuário de Baleias da Antártica, graças ao uso de aviões  não tripulados (drones).
Quando a frota foi localizada, três navios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 25 de Dezembro de 2011</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.anda.jor.br/25/12/2011/sea-shepherd-intercepta-frota-baleeira-japonesa-com-avioes-nao-tripulados" target="_blank">ANDA</a></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1557" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2011/12/s2.jpg" alt="" width="260" height="195" /></p>
<p>A tripulação da Sea Shepherd interceptou e impediu a atuação da frota  baleeira japonesa na véspera do Natal (24), a cerca de mil quilômetros  ao norte do Santuário de Baleias da Antártica, graças ao uso de aviões  não tripulados (<em>drones</em>).</p>
<p>Quando a frota foi localizada, três navios japoneses lançaram arpões  contra o Steve Irwin para proteger o Nisshin Maru e permitir que o  baleeiro escapasse. Desta vez, no entanto, a tática japonesa não  funcionou porque os equipamentos instalados, nos navios Steve Irwin e  Bob Barker, podem acompanhar e seguir o Nisshin Maru de muito longe, e  retransmitir as posições de volta para o navios da ONG.</p>
<p><strong>“Podemos cobrir centenas de quilômetros com esses aviões não  tripulados. Esses aparelhos provaram ser muito valiosos para esta  campanha. Como sempre, esta vai ser uma preseguição difícil, mas graças a  estes aviões não tripulados  agora temos uma vantagem que nunca tivemos  antes”</strong>, disse o Capitão Paul Watson, a bordo do Steve Irwin.</p>
<p>Um dos equipamentos foi doado para o Steve Irwin por duas empresas  dos EUA,a Bayshore Reciclagem de New Jersey e Moran Office of Maritime e  Segurança do Porto, também de Nova Jersey.</p>
<p>O uso de aviões não tripulados é uma maneira eficaz de interceptar o  navio-fábrica japonês Nisshin Maru que embarcou desta vez com o objetivo  de matar 900 baleias, sendo 935 baleias minke, 50 baleias fin e 50  baleias jubarte.</p>
<p>Segundo informações do capitão Watson, os navios japoneses ainda não mataram nenhuma baleia.</p>
<p>Os três navios da Sea Shepherd, Steve Irwin, Bob Barker e Brigitte  Bardot, que são tripulados por 88 pessoas de 25 países diferentes, estão  monitorando a frota japonesa.</p>
<p>Os navios da Sea Shepherd vão monitorar a frota até março, quando a temporada de caça às baleias está prevista para encerrar.</p>
<p>A <a href="http://www.seashepherd.org/" target="_blank">Sea Shepherd Conservation Society</a> foi fundada em 1977 e usa táticas de ação direta para proteger o habitat dos animais nos oceanos do mundo.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>Baleia é encontrada morta em Cidreira, RS</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2011/12/22/baleia-e-encontrada-morta-em-cidreira-rs/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 19:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
Fonte: ANDA
Uma espécie rara de baleia foi encontrada morta no final da tarde  desta terça-feira (20) em Cidreira, Litoral Norte do Rio Grande do Sul. O  animal, que pertence à família dos cetáceos, é conhecida como  baleia-bicuda-de-Cuvier (Ziphius cavirostris). Ela já estava quase na  areia quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.anda.jor.br/21/12/2011/baleia-e-encontrada-morta-em-cidreira-rs" target="_blank">ANDA</a></p>
<div id="attachment_1554" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1554" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2011/12/baleia-materia-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Baleia mede quase seis metros e pesa cerca de uma tonelada e meia (Foto: Paulo Ott/Gemars, Divulgação)</p></div>
<p>Uma espécie rara de baleia foi encontrada morta no final da tarde  desta terça-feira (20) em Cidreira, Litoral Norte do Rio Grande do Sul. O  animal, que pertence à família dos cetáceos, é conhecida como  baleia-bicuda-de-Cuvier (<em>Ziphius cavirostris</em>). Ela já estava quase na  areia quando foi localizada pelo Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos  do Rio Grande do Sul (Gemars), informaram pesquisadores.</p>
<p>Segundo Paulo Henrique Ott, professor da Universidade Estadual do Rio  Grande do Sul (UERGS) e pesquisador do Gemars, o animal mede quase seis  metros e pesa cerca de uma tonelada e meia.</p>
<p><strong>&#8220;Eu trabalho há 20 anos com pesquisa e nunca tinha visto esse animal  aqui no Rio Grande do Sul. Agora poderemos conhecer um pouco mais sobre  os hábitos da espécie&#8221;</strong> – afirmou.</p>
<p>Os pesquisadores farão uma série de análises com o animal antes de  enterrá-lo na praia. De acordo com Ott, as baleias de bico, da família  Ziphiidae, têm hábitos oceânicos e vivem em águas profundas e muito  distantes da costa.</p>
<p><strong>&#8220;Esse tipo de cetáceo é tão raro que temos poucas informações sobre  ele. A partir dessa baleia, vamos tentar entender os motivos que a  trouxeram até aqui&#8221;</strong>, disse Ott.</p>
<p>Segundo o pesquisador, o animal não estava preso a redes de pesca.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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		<title>A VERDADE SOBRE O SEA WORLD</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2011/12/15/a-verdade-sobre-o-sea-world/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 18:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[


A VERDADE SOBRE O SEA WORLD




A FALL FROM FREEDOM &#8211; Documentário

Nem precisa baixar, da pra ver on-line:
http://afallfromfreedom.org/view-movie

 DIVULGUEM! 

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1549" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2011/12/FOLDER_SEAWORLD1-300x199.png" alt="" width="376" height="248" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="color: #cc0000;">A</span> <span style="color: #cc0000;">VERDADE SOBRE O SEA WORLD</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="color: #cc0000;"><br />
</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>A FALL FROM FREEDOM &#8211; Documentário</strong></span></p>
<h6 style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"></p>
<p>Nem precisa baixar, da pra ver on-line:</p>
<p><a rel="nofollow nofollow" href="http://afallfromfreedom.org/view-movie" target="_blank">http://afallfromfreedom.org/view-movie</a></p>
<p></span></h6>
<h6 style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"> </span><span style="font-size: medium;"><span style="color: red; font-size: large;">DIVULGUEM! </span></span></h6>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais de cem baleias belugas estão presas pelo gelo, na Rússia</title>
		<link>http://blog.seashepherd.org.br/2011/12/14/mais-de-cem-baleias-belugas-estao-presas-pelo-gelo-na-russia/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 22:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piratas do Bem</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
Fonte: ANDA
Mais de cem baleias beluga, uma espécie protegida, encontram-se  presas pelo gelo no mar de Bering, informou nesta quarta-feira a região  de Chukotka (extremo nordeste da Rússia), que pediu às autoridades  nacionais o envio de um navio quebra-gelo à região.
“Mais de 100 belugas encontram-se presas pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.anda.jor.br/14/12/2011/mais-de-cem-baleias-belugas-estao-presas-pelo-gelo-na-russia" target="_blank">ANDA</a></p>
<div id="attachment_1542" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1542" title="bLeqM5jcm3Og5KkT50fh-GNkTjGHsXAfDQ" src="http://blog.seashepherd.org.br/wp-content/uploads/2011/12/bLeqM5jcm3Og5KkT50fh-GNkTjGHsXAfDQ-300x206.jpg" alt="bLeqM5jcm3Og5KkT50fh-GNkTjGHsXAfDQ" width="300" height="206" /><p class="wp-caption-text">A baleia beluga é um cetáceo que vive no Ártico (AFP/Arquivo, Kazuhiro Nogi)</p></div>
<p>Mais de cem baleias beluga, uma espécie protegida, encontram-se  presas pelo gelo no mar de Bering, informou nesta quarta-feira a região  de Chukotka (extremo nordeste da Rússia), que pediu às autoridades  nacionais o envio de um navio quebra-gelo à região.</p>
<p><strong>“Mais de 100 belugas encontram-se presas pelo gelo no Mar de Bering e  ficaram separadas do mar, 15 km ao sul do povoado de Ianrakynnot”</strong>,  disse um porta-voz das autoridades regionais, informando que os cetáceos  foram encontrados por pescadores na manhã de terça-feira. Esta região  está localizada a 300 km do estado americano do Alasca e a 6 mil km a  leste de Moscou. Esta região do Extremo Oriente russo com clima hostil é  uma das mais inacessíveis do país.</p>
<p><strong>“O governador de Chucotka, Roman Kopin, enviou uma carta ao ministro  de Transporte, Igor Levitin, e ao ministro de Situações de Emergência,  Serguei Choigu, para que considerem o envio de um navio quebra-gelos  para salvar as belugas”</strong>, acrescentou. <strong>“Provavelmente a comida ficará  escassa e a água congelará em grande velocidade, razão pela qual todos  os animais estão ameaçados de esgotamento e de morte”</strong>, disse o governo  de Chukotka.</p>
<p>Segundo esta fonte, um quebra-gelos, o Rubin, encontra-se a um dia e  meio ou dois dias de viagem do estreito de Siniavinsk, onde estas  baleias estão presas, e pode ajudar a libertá-las. A baleia beluga é um  cetáceo que vive no Ártico. É uma das três espécies, junto com o urso  polar e com o tigre siberiano, protegidas por um programa especial  dirigido pelo influente primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin.</p>
<p>Estes cetáceos podem chegar a medir 6 m de comprimento e pesar até 2  toneladas. São capazes de permanecer cerca de 25 minutos debaixo d´água  sem necessidade de voltar à superfície para respirar. Segundo o site de  Putin relacionado a estas baleias (<a href="http://premier.gov.ru/patron/beluha/" target="_blank">http://premier.gov.ru/patron/beluha/</a>),  os cientistas russos ignoram o número total de belugas existentes, já  que os estudos a respeito disso foram retomados apenas em 2008, após 30  anos de interrupção.</p>
<p>Estas baleias vivem em mares frios do Extremo Oriente russo, assim  como em partes do oceano Ártico (mar Branco e mar de Barents), no  noroeste da Rússia. A indústria petroleira, o aquecimento climático e a  caça ameaçam o espaço que precisam para viver, segundo as ONGs de defesa  de animais. <strong>“Atualmente fixou-se o limite anual de pesca em 1.500  animais, embora este máximo autorizado não tenha fundamento científico  algum, o que poderia fazer com que ocorresse uma pesca exagerada e as  populações existentes fossem prejudicadas”</strong>, explica esta página.</p>
<p>As baleias costumam ficar presas no gelo, mas é pouco comum que isso ocorra com um grupo tão grande.</p>
<p><a href="http://www.seashepherd.org.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" title="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14"><img src="http://www.seashepherd.org.br/blog/wp-content/photos/baleia_pa_o_blog_1_2_3_4_5_6_7_8_9_10_11_12_13_14.gif" class="centralizado" alt="baleia pa o blog 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14" width="605" height="42" /></a></p>
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