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Campanha efetiva na China contra pesca de tubarões

Sábado, 25 de Maio de 2013

Fonte: Divemag

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Foto: Frederic J Brown/AFP

Uma campanha contra a caça de tubarão liderada pelo ex-jogador e estrela da NBA (famosa liga de basquete norte-americana) Yao Ming está levando a juventude chinesa a rejeitar a sopa de barbatana, um tradicional prato chinês.

Wang Haifeng e Li Weijie, comerciantes da carne de tubarão, alegam que a campanha de Yao Ming está lhes trazendo enormes prejuízos.

“A sociedade vai se voltar contra nós em razão de toda a cobertura da mídia. Ele é um ídolo da juventude chinesa e desencoraja os jovens não familiarizados com este prato de comê-lo, talvez para sempre.”, disse Wang

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Corrida por mineração no fundo do mar gera polêmica

Domingo, 19 de Maio de 2013

Fonte: G1

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Ideia de explorar metais do leito oceânico vem sendo considerada há décadas (Foto: BBC)

As perspectivas de uma “corrida do ouro” nas profundezas do mar, abrindo um polêmico caminho para a mineração no leito oceânico, estão mais próximas. A ONU recém-publicou seu primeiro plano para o gerenciamento da extração dos chamados “nódulos” – pequenas rochas ricas em minerais – do fundo do mar.

Um estudo técnico promovido pela Autoridade Internacional do Leito Oceânico (ISA, na sigla em inglês), o órgão da ONU que controla a mineração nos oceanos, diz que as companhias interessadas podem pedir licenças a partir de 2016.

A ideia de explorar ouro, cobre, manganês, cobalto e outros metais do leito oceânico foi considerada por décadas, mas só recentemente se tornou factível, por conta do alto preço das commodities e de tecnologias mais modernas.

Especialistas em proteção ambiental vêm advertindo há tempos que a mineração no leito oceânico pode ser altamente destrutiva e poderia ter consequências de longo prazo desastrosas para a vida marinha. O próprio estudo da ONU reconhece que a mineração provocará ‘danos ambientais inevitáveis‘.

Mas o relatório foi divulgado em meio ao que um porta-voz do órgão descreve como ‘um aumento sem precedentes’ no interesse das companhias estatais e privadas.

Divisão de receitas
O número de licenças emitidas para a busca de minerais já chega a 17, com outras sete prestes a serem emitidas e muitas mais em análise. Elas cobrem vastas áreas dos Oceanos Pacífico, Atlântico e Índico.

De acordo com a Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, a ISA foi estabelecida para estimular e administrar a mineração do fundo do mar para o benefício mais amplo da humanidade – com uma parcela dos lucros dirigida para os países em desenvolvimento.

Agora o órgão está dando o passo significativo de não só mais simplesmente manejar pedidos para exploração mineral, mas também considerar como licenciar as primeiras operações reais de mineração e como dividir as receitas.

“Estamos à beira de uma nova era de mineração do leito marinho profundo”, disse à BBC o conselheiro legal do ISA, Michael Lodge.

A atração é óbvia. Uma análise do leste do Pacífico – uma área de 5 milhões de quilômetros quadrados conhecida como zona Clarion-Clipperton – concluiu que mais de 27 bilhões de toneladas de nódulos poderiam estar misturadas à areia.

Essas pedras poderiam conter 7 bilhões de toneladas de manganês, 340 milhões de toneladas de níquel, 290 milhões de toneladas de cobre e 78 milhões de toneladas de cobalto – apesar de ainda não se saber o quanto disso é acessível.

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ONU tenta avaliar quais empresas têm a capacidade técnica para atividade (Foto: Natural Environment Research Council/BBC)

Operações viáveis
De acordo com o estudo de planejamento, a ISA enfrenta o desafio de tentar garantir que os benefícios da mineração de nódulos cheguem além das próprias companhias e ao mesmo tempo fomentar operações comercialmente viáveis.

O plano se baseia em prover operadores com incentivos para assumir riscos no que poderiam ser investimentos caros sem perder a chance de os países em desenvolvimento receberem uma fatia das receitas.

A ISA tenta agora avaliar que companhias têm capacidade suficiente para desenvolver o trabalho, ainda que nenhuma empresa tenha experiência específica nessa nova modalidade de mineração.

Um fator chave na avaliação da ISA é a necessidade de salvaguardas ambientais, então o documento pede o monitoramento do leito marinho durante qualquer operação de mineração – apesar de os críticos questionarem se a atividade na profundeza dos oceanos pode ser policiada.

Debate
As perspectivas da mineração no fundo do mar já geraram um forte debate entre cientistas marinhos. “Não creio que nós tenhamos a propriedade sobre o oceano profundo, no sentido de que possamos fazer o que quisermos com ele”, afirma Jon Copley, biólogo da Universidade de Southampton e chefe de missão do navio de pesquisas britânico James Cook.

“Em vez disso, nós dividimos a responsabilidade por sua condução”, diz. “Nós não temos um histórico bom em alcançar um balanço em nenhum outro lugar – pense nas florestas tropicais -, então a questão é: ‘Será que conseguiríamos acertar?‘”, questiona.

O também biólogo Paul Tyler, do Centro Nacional Oceanográfico, da Grã-Bretanha, adverte de que espécies únicas podem ser colocadas em risco. “Se você limpa aquela área pela mineração, aqueles animais terão que fazer uma dessas duas coisas: ou se dispersam e colonizam outra fissura hidrotermal em outro lugar ou eles morrem”, comenta.

“E o que acontece quando elas morrem é que a fissura se torna biologicamente extinta”, diz.

A química marinha Rachel Mills, da Universidade de Southampton, sugere um debate mais amplo sobre a mineração em geral, com o argumento de que todos nós usamos minerais e que as minas em terra são muito maiores do que seria qualquer uma no leito do mar.

Ela fez pesquisas para a Nautilus Minerals, uma empresa canadense que planeja explorar minas nas fissuras hidrotermais na costa da Papua Nova Guiné. “Tudo o que nos cerca, e a maneira como vivemos, depende de fontes minerais, mas não nos perguntamos com frequência de onde eles veem”, afirma.

“Precisamos nos perguntar se há mineração sustentável em terra e se há mineração sustentável no mar. Acho que são as mesmas questões morais que devemos colocar se é nos Andes ou no Mar de Bismarck”, diz.

Esse debate deve crescer mais com a proximidade cada vez maior do início das operações de mineração.

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Golfinhos rosas podem desaparecer devido à contaminação e pesca em Hong Kong

Segunda-feira, 06 de Maio de 2013

Fonte: Anda

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Pesquisadores alertaram nesta segunda-feira que o golfinho-branco chinês, mais conhecido como golfinho rosa por sua cor, corre o risco de desaparecer das águas de Hong Kong se medidas urgentes não forem tomadas contra a contaminação e outras ameaças.

Sua população em Hong Kong caiu de 158 em 2003 para 78 em 2011, com uma nova diminuição prevista para o ano de 2012, afirmou a Sociedade de Conservação dos Golfinhos de Hong Kong.

“Cabe ao governo e a casa cidadão de Hong Kong defender os golfinhos. Corremos o risco de que desapareceram se não tomarmos ações conjuntas”, declarou o presidente da sociedade, Samuel Hung.

Os especialistas consideram que a população desta espécie diminuíram de forma considerável nos últimos anos pela pesca, o aumento do tráfico marítimo, a contaminação da água e o desenvolvimento costeiro.

Os golfinhos brancos chineses, únicos por sua cor rosa, são uma variedade genética do golfinho-corcunda-indopacífico, uma espécie ameaçada, de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza.

Este mamífero foi a mascote oficial em 1997, quando o Reino Unido devolveu a colônia à China.

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