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Baleias ‘ensinam’ indivíduos da mesma espécie a caçar, diz estudo

Domingo, 28 de Abril de 2013

Fonte: G1

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Exemplar de baleia-jubarte usa a cauda para aplicar técnica de caça de peixes (Foto: Jennifer Allen/Centro de Baleias de New England/Science)

Estudo publicado nesta quinta-feira (25) na edição online da revista “Science” sugere que um grupo de baleias-jubarte, forçado à adaptação para buscar alimento, desenvolveu uma técnica de caça que foi transmitida para diferentes indivíduos da mesma espécie.

Segundo os cientistas da Universidade St. Andrews, isto teria começado na década de 1980, na região de New England, nos Estados Unidos. Devido ao declínio de peixes arenque na região, alimento favorito desses mamíferos aquáticos, as baleias passaram a empregar uma metodologia que passou a ser utilizada por uma maior quantidade de indivíduos que viviam em uma mesma área.

O método consiste em a jubarte bater de uma a quatro vezes sua cauda na água antes de mergulhar completamente.

O movimento forma uma rede de bolhas de ar na água que, especulam os cientistas, obrigaria os peixes a rumarem para a superfície do mar.

De acordo com o estudo, ao rumarem para a superfície os peixes estariam tentando se afastar das baleias, mas apenas estariam facilitando “o ataque” desses mamíferos.

Transmissão de conhecimento
De 1980 até 2007, observações feitas mostraram que cerca de 280 baleias, de um grupo de 700 animais, passaram a empregar a mesma metodologia para caçar na área próxima ao Santuário Marinho Stellwagen Bank.

O artigo sugere que essas informações comprovam o conceito de aprendizagem em rede dos animais, por meio da observação feita por um espécime. Segundo os pesquisadores envolvidos, a convivência entre indíviduos facilitaria a transmissão.

O estudo compara o método das baleias ao modo de aprendizagem empregado por humanos, que se adaptam a diferentes grupos e regras de convívio social também com a ajuda da observação.

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Mais golfinhos aparecem mortos em praias de Lambayeque, Peru

Terça-feira, 16 de Abril de 2013

Fonte: Anda

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Nos últimos dias, ao menos 10 golfinhos foram encontrados sem vida nas areias do litoral peruano. (Foto: USI/Referencial)

Seguem aparecendo golfinhos mortos nas praias de Lambayeque, região do Peru. Esta vez na zona de Las Rocas, no distrito de Pimentel, onde pescadores artesanais encontraram um golfinho sem vida já em decomposição.

O presidente da Associação de Pescadores Artesanais de Lambayeque, Francisco Ñiquen, assinalou que nos últimos dias foram encontrados ao menos 10 golfinhos mortos em diferentes praias da região de Lambayeque. Ele disse que, apesar de seu chamado, as autoridades do Instituto Del Mar Del Peru (Imarpe) não compareceram à zona para realizar a avaliação necessária para retirar os corpos dos animais das praias.

Ninguém insistiu na sua teoria de que os animais morrem devido a ondas que produzem os sonares utilizados pelas empresas petrolíferas em suas atividades de exploração.

Mas vale recordar que um estudo feito pelo Imarpe, em fevereiro deste ano, revelou que os 50 lobos-marinhos que morreram em janeiro foram envenenados, ao que parece, por pescadores artesanais. A partir da denúncia, a fiscalização iniciou uma investigação oficial com a finalidade de encontrar os responsáveis pela matança.

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Óleo vaza de terminal da Petrobras em São Sebastião, no litoral de SP

Sábado, 06 de Abril de 2013

Fonte: G1

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Funcionários da Petrobras trabalham na contenção e remoção do óleo na Praia Pontal da Cruz, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo. (Foto: Acácio Gomes/Imprensa Livre

Um vazamento de óleo em uma das redes do píer do Terminal Aquaviário Almirante Barroso (Tebar), em São Sebastião, atingiu o litoral norte de São Paulo na noite de sexta-feira (5). De acordo com Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o problema ocorreu em uma válvula, que já foi trocada. A prefeitura emitiu um comunicado alerta os banhistas a evitarem 9 praias da região central e da costa norte da cidade.

Segundo a Capitania dos Portos, não há indícios de que o vazamento tenha afetado as condições de balneabilidade das praias da região. A Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião informou que ainda não se sabe a quantidade exata de óleo que vazou, mas estima que o vazamento não seja de grandes proporções.

“Aparentemente o vazamento é pequeno. Vai de uma extensão desde o centro da cidade até o bairro São Francisco. Esse trecho, por terra, tem cerca de cinco quilômetros, mas o que há no mar são pequenas manchas de óleo espalhadas nessa extensão”, explicou ao G1 o capitão de fragata Alexandre Motta de Sousa, delegado da Capitania dos Portos.

Ainda de acordo Sousa, a Petrobras realizou as ações de contenção logo que detectou o vazamento, que já foi controlado. Foram lançadas barreiras de contenção e estão sendo utilizados helicópteros na identificação de eventuais manchas de óleo que possam ter escapado desses limites.

“Pelo fato do vazamento ter acontecido à noite, ficou difícil visualizar a extensão no exato momento em que aconteceu, mas hoje a Petrobras está fazendo esse trabalho. A Companhia de Docas também auxilia nesse processo e todos os recursos necessários e disponíveis estão sendo usados no trabalho”, disse.

O delegado da Capitania dos Portos também afirmou que as condições climáticas ajudam o trabalho para remoção do óleo. “Desde o contato com o água já há um prejuízo ao meio ambiente, mas agora é preciso concentrar as atenções para retirar o óleo o quanto antes. E o clima hoje está ajudando, tornando mais fácil remover as manchas”, afirmou.

Outro lado
Por meio de nota, a Transpetro informou que as causas do incidente estão sendo apuradas e que profissionais estão trabalhando para retirar o óleo do mar. Veja a íntegra da nota abaixo:

A Transpetro informa que, por volta das 17h50 desta sexta-feira (05/04), foi detectado um vazamento de combustível marítimo no píer do Terminal Almirante Barroso (Tebar), em São Sebastião (SP). Imediatamente, equipes de contingência foram acionadas e, durante toda a noite e a madrugada, atuaram na contenção do vazamento e na remoção do produto. No local da ocorrência, no entorno do píer, o processo de limpeza esta sendo concluído.

Na manhã deste sábado, os profissionais mobilizados pela Transpetro continuam trabalhando para retirar o óleo que se desprendeu da área atingida e alcançou as praias Deserta, Pontal da Cruz, Ponta do Lavapés e Portal da Olaria, em São Sebastião.

A Transpetro disponibilizou todos os recursos necessários para remover o produto. Neste momento, são 27 embarcações e cerca de 300 pessoas mobilizadas na região.

As causas do incidente estão sendo apuradas. O órgão ambiental foi comunicado e os técnicos acompanham os trabalhos de limpeza.

Primeiro caso
Em 6 de setembro do ano passado, uma carreta da Petrobras tombou na SP-55 (Rodovia Doutor Manuel Hipólito Rego)  e provocou o vazamento de 15 mil litros de óleo diesel. O material chegou ao córrego Canto do Moreira, situado no lado sul da praia de Maresias, também em São Sebastião. O problema interditou um trecho de 800 metros quadrados da praia para os trabalhos de remoção do óleo.

Cinco dias depois do acidente, a Petrobras e a Cooperativa de Transportes Rodoviários do ABC foram multadas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) em R$ 92.218,44, cada uma. O valor da multa correspondia a 5.001 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.

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