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Japão culpa ativistas pelo fracasso na caça às baleias

Quarta-feira, 21 de Março de 2012

Fonte: AnimaiS.O.S

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Foto: Reprodução/Sea Shepherd

O Japão encerrou a caça à baleia com apenas um terço de animais apanhados, do que a sua meta anual. O governo japonês culpa ativistas por não ter esgotado a sua quota.

A caça à baleia é ilegal mas o Japão efetua caçadas legais, no âmbito de um programa que dizem ser de pesquisa científica.

O governo japonês não esconde, porém, que estas vão, no fim, parar às prateleiras do supermercado.

Este ano, contudo, a agência de pescas nipónica apenas capturou 266 baleias anãs e uma baleia comum.

A meta era de 900 animais e o governo japonês condena os esforços de ativistas para não ter esgotado a sua cota.

A caça à baleia é ilegal há 25 anos.

Nota da Editora:

“Se os baleeiros japoneses retornarem, a Sea Shepherd vai voltar. Estamos comprometidos com a defesa do Santuário Antártico das Baleias”, disse o Capitão Paul Watson. “Não importa quanto tempo leve, não importa o quão arriscado ou caro seja. A palavra “santuário” realmente significa algo para nós, e isso é algo que vale a pena lutar”.

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Estudo alerta do risco de extinção de aves marinhas

Domingo, 18 de Março de 2012

Fonte: Terra

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Imagem ilustrativa

Algumas espécies de aves marinhas, como albatrozes e pinguins, correm mais risco de extinção que qualquer outro grupo de aves, indica um estudo publicado nesta sexta-feira na revista científica Bird Conservation International.

Após fazer o acompanhamento das 346 espécies que habitam os oceanos, especialistas das organizações para a proteção das aves RSPB e BirdLife International analisaram como nas últimas décadas a situação dessas espécies se deteriorou e algumas estão agora à beira da extinção.

Os cientistas suspeitam que quase metade da população de todas as espécies de aves marinhas está experimentando um declive quanto a seu número. Noventa e sete espécies de aves marinhas, entre elas 17 de albatrozes e 11 de pinguins, estão a ponto de desaparecer, enquanto outras 35 espécies estão perto de ser consideradas em risco de extinção.

O estudo assinala que, apesar de essas aves só precisem ir a terra para aninhar e pôr ovos, seu relativo isolamento não as protege da extinção. O cientista Ben Sullivan, um dos autores do estudo, considerou que, “enquanto é bem sabido que é preciso adotar medidas urgentes para evitar a destruição das florestas tropicais, existe outra crise de extinção que temos que enfrentar: a das aves marinhas”.

“No mar, centenas de milhares de aves marinhas estão morrendo ao ser apanhadas como subproduto da indústria pesqueira”, observou Sullivan, que explicou que na terra “são os ratos, os gatos e os cabras que estão destruindo seu habitat, sobretudo em ilhas remotas onde estas aves podem aninhar em grande número”.

Para este cientista, “estes fatores estão passando a fatura para as espécies que habitaram os oceanos durante milhões de anos”.

O estudo assinala que a Nova Zelândia, onde há 33 espécies que não aninham em nenhum outro lugar, é uma prioridade na lista de países que precisam de proteção para suas espécies ameaçadas.

O Reino Unido é o segundo país nessa lista de prioridades, à frente da Ilha Galápagos, Austrália, México e Japão.

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Os baleeiros foram para casa!

Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Fonte: Sea Shepherd

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O Bob Barker fazendo o seu caminho através do Santuário de Baleias do Oceano Antártico. Foto: Carolina A. Castro

A frota baleeira japonesa deixa o Santuário de Baleias do Oceano Antártico

Operação Vento Divino acabou! Os baleeiros japoneses estão indo para casa!

A frota baleeira japonesa deixou o Santuário de Baleias do Oceano Antártico e está indo para casa. “Uma vez que o capitão Peter Hammerstedt e sua equipe do Bob Barker encontraram o Nisshin Maru, em 5 de março, a temporada de caça às baleias foi efetivamente encerrada para a temporada”, disse o Capitão Paul Watson no navio principal da Sea Shepherd, Steve Irwin, que voltou recentemente e agora está atracado em Williamstown, Victoria, na Austrália.

Desde 01 de março, o Bob Barker seguiu o Nisshin Maru, enquanto se dirigiam constantemente noroeste. Os navios arpoadores japoneses pararam de seguir o Bob Barker. A frota deixou as águas do Santuário de Baleias do Oceano Antártico, de acordo com o capitão Peter Hammarstedt. A embarcação de segurança do governo japonês, Shonan Maru #2, foi avistado por navios de pesca a 30 graus ao Sul, que fica a leste de Brisbane, na Austrália, indicando que a embarcação está bem no seu caminho de volta para o Japão.

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A baleia Minke nada livremente, como deveria, no Santuário de Baleias do Oceano Antártico. Foto: Billy Danger

Foi uma campanha longa e difícil e, embora prejudicados pela perda temporária do navio de escolta, Brigitte Bardot, o Steve Irwin e o Bob Barker foram capazes de perseguir a frota baleeira japonesa por mais de 17.000 milhas, dando-lhes pouco tempo para matar baleias. Além disso, dois dos três navios arpoadores passaram mais tempo perseguindo os dois navios da Sea Shepherd do que matando baleias.

“O número de baleias mortas não será liberado pelo Japão até abril, mas, na minha opinião, eles não atingiram mais de 50% com certeza, e minha previsão é que não será superior a 30%. Não tão bom como na temporada passada, mas muito melhor do que todos os anos anteriores”, disse o Capitão Paul Watson. “Foi uma campanha bem sucedida. Há centenas de baleias nadando livre no Santuário de Baleias do Oceano Antártico, que agora estariam mortas se não estivéssemos lá nos últimos três meses. Isso nos deixa muito felizes”.

O Bob Barker voltará a Hobart, na Tasmânia, o Brigitte Bardot está concluindo reparos em Fremantle, e o Steve Irwin está agora ancorado em Williamstown.

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As águas geladas da Antártica começam a congelar enquanto o Bob Barker vai para casa. Foto: Carolina A. Castro

Em dezembro de 2012, se a frota baleeira japonesa retornar para o Santuário de Baleias do Oceano Antártico, a Sea Shepherd Conservation Society vai lançar a Operação Justiça Cetácea, com quatro navios, dois helicópteros, quatro drones (pequenos aviões operados por controle remoto) e 120 voluntários.

“Se os baleeiros japoneses retornarem, a Sea Shepherd vai voltar. Estamos comprometidos com a defesa do Santuário Antártico das Baleias”, disse o Capitão Paul Watson. “Não importa quanto tempo leve, não importa o quão arriscado ou caro seja. A palavra “santuário” realmente significa algo para nós, e isso é algo que vale a pena lutar”.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil

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Reservas naturais itinerantes podem salvar espécies marinhas de extinção, diz estudo

Sádabo, 03 de Março de 2012

Fonte: Estadão

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Albert Kok/Divulgação Os tubarões, assim como outros animais marinhos, correm riscos com a falta de proteção

Cientistas americanos afirmam que as áreas de preservação dos oceanos, onde caça e pesca não são permitidas, precisam ser móveis para proteger as espécies marinhas.

A ideia de que apenas áreas fixas de preservação no oceano podem ser criadas está ultrapassada e não reflete o comportamento dinâmico de algumas criaturas marinhas, segundo os cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

“Menos de 1% do oceano está protegido atualmente e estes parques marinhos tendem a ser determinados ao redor de objetos que ficam parados, como recifes de coral ou montanhas marinhas”, disse o professor Larry Crowder, diretor científico do Centro para Soluções Oceânicas da Universidade de Stanford.

“Mas, estudos com rastreamento mostraram que muitos organismos, peixes, mamíferos marinhos, tartarugas marinhas, aves marinhas e tubarões, respondem a traços oceanográficos que não têm um ponto fixo”, acrescentou.

“Estes são caminhos e correntes que se movem com as estações, do verão ao inverno, de ano a ano, baseados em mudanças climáticas oceanográficas como o El Niño.”

Crowder e outros cientistas marinhos afirmam que o desafio agora é tentar determinar um sistema de reservas marinhas que seja tão dinâmico como as criaturas que se tenta proteger.

Luta para conservação

Pesquisas mostraram como as espécies marinhas respondem a correntes e caminhos nas águas e como as criaturas seguem os nutrientes e as redes alimentares que são levadas por estes eventos pelo oceano. Estes eventos do oceano são móveis, mudam de posição.

E, para Crowder, as reservas marinhas do futuro precisam refletir estas características.

A implementação de áreas marinhas protegidas tem sido uma luta para os conservacionistas e muitos dos envolvidos poderão hesitar diante da ideia de termos reservas definidas por outros fatores que não sejam coordenados em mapas marinhos.

Mas, Crowder afirma que esta nova proposta é realista.

“Além de saber onde os animais estão indo e como eles respondem às características oceânicas, também sabemos muito mais sobre onde os pescadores estão. Os pescadores têm um GPS muito preciso. Então não acho que está fora das possibilidades fazer com que os pescadores obedeçam à fronteira de uma reserva móvel”, afirmou.

Sensores múltiplos

A nova proposta foi apresentada pelos cientistas americanos na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver, Canadá.

Segundo os cientistas, o enorme volume de dados levantados com o rastreamento de criaturas marinhas levou à conclusão de que as reservas marinhas precisam ser itinerantes.

Os dispositivos colocados nos animais estão cada vez mais sofisticados e podem ser colocados em muitas espécies.

Além disso, muitas das inovações que melhoraram o desempenho e as funções de telefones celulares estão sendo incorporados aos últimos modelos de dispositivos de rastreamento.

Estes dispositivos não registram apenas os locais onde os animais vão, mas também fornecem dados sobre o estado dos oceanos.

“Agora podemos colocar sensores múltiplos em um único dispositivo e quando você pode melhorar (o desempenho) da bateria com algo como um painel de energia solar, você consegue esta oportunidade incrível de ver o que um animal está fazendo em dimensões múltiplas e por longos períodos de tempo”, afirmou a pesquisadora do US Geological Survey, Kristin Hart, que mostrou na reunião alguns dos menores dispositivos de rastreamento usados.

“O tamanho é importante, particularmente quando você quer responder questões a respeito de (animais) jovens ou indivíduos que se movem muito rapidamente como o atum – você não quer sobrecarregar o animal com algo grande e desajeitado, ou você vai afetar o comportamento dele”, acrescentou.

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