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Cinco orcas ‘processam’ parque aquático por escravidão

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

Fonte: Folha.com

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Tribunal dos EUA discute se animais deveriam ter a mesma proteção constitucional que humanos

Cinco orcas foram nomeadas como autoras de um processo na Justiça americana que argumenta que elas têm os mesmos direitos de proteção contra a escravidão que humanos.

A organização de defesa dos direitos dos animais Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), três especialistas em mamíferos marinhos e dois ex-treinadores entraram com a ação contra o parque aquático SeaWorld.

Esta seria a primeira vez que um tribunal dos Estados Unidos discute se animais deveriam ter a mesma proteção constitucional que humanos.

A equipe jurídica do SeaWorld classifica o caso como um desperdício de tempo e dinheiro.

“As orcas e outros animais não foram incluídos no ‘Nós, o povo’ quando a Constituição foi adotada”, disse o advogado do parque Theodore Shaw, perante a corte.

Ele argumentou que, se o caso for bem-sucedido, pode haver consequências não só para outros parques marinhos e zoológicos, mas também para o uso de cães farejadores que ajudam a polícia a encontrar drogas e explosivos, por exemplo.

CASO HISTÓRICO

A organização Peta diz que as orcas Tilikum, Katina, Kasatka, Ulises e Corky são tratadas como escravas, porque vivem em tanques e são forçadas a fazer apresentações diárias nos parques SeaWorld na Califórnia e na Flórida.

Segundo analistas, não é provável que os animais consigam a liberdade, mas os ativistas já se dizem satisfeitos com o fato de que o caso chegou aos tribunais.

A ação judicial menciona a 13ª emenda à Constituição americana, que aboliu a escravidão e a servidão involuntária no país.

“Pela primeira vez na história de nossa nação, um tribunal federal ouviu os argumentos sobre se seres vivos, que respiram e sentem, têm direitos ou podem ser escravizados simplesmente porque não nasceram humanos”, disse Jeffrey Kerr, advogado que representa as cinco baleias.

“Escravidão não depende da espécie do escravo, assim como não depende de raça, gênero ou etnia. Coerção, degradação e submissão caracterizam escravidão, e essas orcas enfrentaram todos os três.”

O juiz do caso, Jeffrey Miller, levantou dúvidas sobre o fato de os animais constarem como autores do processo e afirmou que sua decisão será anunciada em outra data, ainda não definida.

Esta não é a primeira vez que orcas do SeaWorld ganham as manchetes ao redor do mundo. Em fevereiro de 2010, Tilikum afogou sua treinadora diante de espectadores horrorizados no parque da Flórida. O mesmo animal foi relacionado a outras duas mortes.

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Imagens chocantes mostram leão marinho sendo estrangulado por lixo

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

Fonte: Anda

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(Foto: Reprodução/Hype Science)

As imagens não são bonitas: leões marinhos com iscas saindo da boca ou com os pescoços fortemente amarrados, até mesmo cortados, por utensílios para amarrar caixas. Focas com os pescoços circundados por pedaços de redes de pescar.

Os cientistas que estudam esses animais sabem que esse tipo de material pode machucar ou até mesmo matar os animais. Um vídeo, divulgado pelo Departamento de Pesca e Jogos do Alaska, documenta os efeitos de laços, equipamentos de pesca e outros lixos, incluindo um pneu e uma rede – que afogaram um leão marinho.

O vídeo foi postado recentemente no YouTube, para que as pessoas tomem consciência do problema.

Um estudo sobre leões marinhos de Steller, que estão a ponto de serem extintos, descobriu que pedaços de plástico e borracha são os itens mais frequentemente amarrados nos pescoços dos animais, enquanto iscas de metal usadas na pesca de salmão são os itens mais frequentes ingeridos pelos animais.

Entre 2000 e 2007, os pesquisadores encontraram 386 animais com algum tipo de “resíduo” no corpo. “Nós com certeza estamos subestimando o número de animais mortos e feridos pelo lixo”, afirma a pesquisadora do estudo e bióloga do Programa dos Leões Marinhos de Steller, Lauri Jemison.

Jemison afirma que os números são conservadores, já que eles podem perder leões marinhos estrangulados que não vieram até a costa, não estavam visíveis ou que foram para outro local.

Muitas espécies marinhas, incluindo os mamíferos, pássaros e tartarugas, enfrentam problemas parecidos. Nas águas do Alaska, os leões marinhos de Steller e os animais menores ficam presos mais frequentemente do que outros que não são mamíferos com patas de barbatana.

Focas também conseguem, de alguma maneira, ficar com tiras ao redor do pescoço, como os leões marinhos. Mas, de acordo com o cientista Michael Williams, ao contrário dos leões, não parecem engolir muito lixo.

Durante trabalhos intensos nas Ilhas Pribilof, na costa do Alaska, os pesquisadores conseguiram encontrar cerca de 100 focas presas entre uma população de cerca de 500 mil que usam as ilhas como casa durante o verão e o outono. Mas, assim como os leões marinhos, o número provavelmente é bem maior.

De alguma maneira, as focas, e provavelmente os leões marinhos também, estão caindo no mesmo caminho que o lixo.

“A probabilidade de isso acontecer parece muito remota, dado o tamanho do oceano, mas ainda acontece. Acho que isso tem a ver com as zonas de convergência”, afirma Williams. Restos oceânicos convergem formando ilhas, que atraem peixes que procuram abrigos e seus predadores, incluindo as focas.

E não apenas os adultos são pegos, mas também filhotes. As focas jovens – que parecem ter mais tendência a ficarem enredadas, vão ficando cada vez mais “enroladas” pelo lixo ao redor do pescoço, que potencialmente as estrangula. Isso é pior no caso dos machos, que desenvolvem pescoços maiores e crescem mais do que as fêmeas.

Existem diversas maneiras de divulgar o problema. Há uma campanha no Alaska para encorajar as pessoas a “rasgar” seu lixo, diminuindo seu tamanho e potencial de esmagamento, se ele for possivelmente perigoso, antes de jogá-lo fora. Entretanto, os pedaços de plástico ou borracha ainda podem ser ingeridos pelos animais.

Outras soluções incluem reduzir os detritos gerados em barcos ou em terra firme, e usar materiais que não sejam possivelmente perigosos.

Educar a indústria da pesca é outra chave. Os leões marinhos frequentemente pegam iscas enquanto estão procurando comida fácil. De acordo com Jemison, ambos os pescadores e casuais perdem os salmões e suas iscas, linhas e ganchos para leões marinhos famintos.

Ganchos podem perfurar o esôfago ou estomago dos leões marinhos, matando-os. Os departamentos responsáveis estão tentando encontrar formas de trabalhar com a indústria pesqueira para chegar a soluções, como modificar os materiais ou embarcações, para manter os leões marinhos longe.

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