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FROTA BALEEIRA NIPÔNICA ZARPA RUMO À ANTÁRTICA PARA ASSASSINAR MAIS DE 1000 BALEIAS

A frota baleeira nipônica zarpou hoje do Japão rumo ao SANTUÁRIO DAS BALEIAS DA ANTÁRTIDA com a finalidade de massacrar mais de mil baleias em nome do que afirmam ser CIÊNCIA. Aquilo está mais para ciências ocultas e letras apagadas do que outra coisa, o fato é que eles nunca publicaram nada sobre sua dita PESQUISA CIENTÍFICA.

A nau capitânia da Sea Shepherd, STEVE IRWIN, prepara-se para zarpar em poucas horas de FREMANTLE, AUSTRÁLIA. A bordo está a atriz MICHELLE RODRIGUEZ, ela pretende ir à Antártida combater os assassinos conosco.

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Demanda por alimentos impulsiona piscicultura, mas setor enfrenta problemas

FONTE: Beth Gardiner – HERALD TRIBUNE

Com o aumento da demanda mundial por peixes e com as populações dos oceanos perigosamente exauridas, a criação de peixes tem um potencial imenso para alimentar a população mundial em crescimento. Mas os ambientalistas dizem que o setor está repleto de problemas como doenças, uso excessivo de antibióticos e infestações por parasitas, e costuma causar ainda mais danos para as populações selvagens de peixes, em vez de preveni-los.

Como as fazendas que usam métodos intensivos para produzir frango e carne em terra, os criadouros de peixes fornecem uma produção barata e abundante de um produto bastante procurado. Mas têm um custo semelhante. Os ambientalistas dizem que o setor precisa melhorar muito se quiser oferecer uma alternativa sustentável à pesca.

O impacto ambiental da criação de peixes é “potencialmente catastrófico – nada menos que isso”, disse Casson Trenor. “A piscicultura é uma coisa extremamente poderosa e há boas maneiras de fazê-la. É uma forma de atendermos às necessidades de uma população em crescimento, mas precisamos usá-la de um jeito sábio.”

Um dos maiores problemas é que muitas fazendas de peixes usam ração feita a partir de óleo ou carne de peixe, ou peixes pequenos capturados no mar para alimentar os maiores dentro dos cercados. Para cada 450 gramas de peixe produzido, às vezes são consumidos vários quilos de peixes capturados, o que significa que as fazendas esgotam ainda mais os oceanos, em vez de aliviar a pressão sobre eles.

“As fazendas não só não ajudam a resolver o problema, elas estão deixando o problema muito pior”, diz Peter Melchett, diretor de políticas na Soil Associatiion, um grupo inglês que certifica se os alimentos, incluindo alguns peixes de fazenda, são orgânicos ou não.

Volumes imensos de dejetos de dezenas de milhares de peixes de uma única fazenda podem contaminar as áreas litorâneas próximas aos viveiros. As doenças que surgem nos viveiros lotados de peixes também podem se espalhar para as populações selvagens.

É comum os peixes escaparem, e eles podem devastar as populações locais se as espécies que não existem naturalmente numa determinada área passam a competir com as nativas. Essas fugas são ainda mais preocupantes quando envolvem o salmão geneticamente modificado cuja criação poderá ser aprovada em breve.

Principalmente nos países em desenvolvimento na América Latina e Ásia, quantidades imensas de antibióticos costumam ser derramadas nos cercados para prevenir surtos de doenças, e essas drogas são arrastadas para o mar junto com os dejetos, diz Trenor.

“Nós não sabemos na verdade o que acontece quando você joga quantidades imensas de antibióticos na água”, diz ele. “Estamos criando bactérias resistentes a doenças no oceano?”

Outro grande problema é a infestação de piolhos do mar, que são uma praga nas fazendas de salmão, uma das espécies mais populares na piscicultura. Parasitas comuns no ambiente natural, onde suas populações são mínimas, os piolhos se reproduzem em excesso dentro e em torno das fazendas no litoral. Eles podem devastar o jovem salmão selvagem, que é pequeno o suficiente para ficar vulnerável aos piolhos quando passa pelos viveiros a caminho do mar.

O setor diz que modificações nos ingredientes da ração de peixe, a vacinação e o monitoramento de doenças, entre outras mudanças tecnológicas, melhoraram muito a criação.

“O oceano é um ótimo regulador de si mesmo, e houver grande atividade das ondas, um bom fluxo de correntezas e tudo mais, não deveria haver praticamente nenhum impacto ambiental a longo prazo”, diz Courtney Hough, secretário-geral da Federação de Produtores Aquicultores Europeus, um grupo de empresas do setor.

Além disso, a criação de peixes, cuja importância econômica cresceu rapidamente nos últimos anos, será fundamental para alimentar a população mundial em crescimento e cada vez mais rica, dizem os seus defensores. Só na Europa, as fazendas produzem mais de dois milhões de toneladas de peixes em cativeiro por ano, e a indústria europeia tem um lucro bruto de cerca de 4 bilhões de euros, ou US$ 5,6 bilhões (R$ 9,5 bilhões), por ano, diz Hough. No mundo todo, as fazendas fornecem cerca de metade de todo o peixe que as pessoas comem.

Hough disse que os criadores de peixes são responsáveis ao lidar com a maior crítica ao setor: a alimentação de peixes em cativeiro com produtos derivados de peixes selvagens. Rações novas e altamente eficientes ajudaram a reduzir a relação entre a ração de peixe capturado e os peixes em cativeiro, chegando a até um para um, diz ele.

Em outras áreas, entretanto, ele afirma que os argumentos contra a aquicultura são menos persuasivos.

As críticas ambientais são “um pouco como culpar o vizinho do lado pelo estado da rua, só porque ele acaba de seu mudar”, diz ele.

“Isso é algo que é muito comum”, acrescentou. “Quando você fala em colocar uma fazenda numa área costeira, sempre haverá alguém contra, quer seja porque não gostam da vista ou do que você tem.”

Philip Smith, chefe do Conselho de Administração da Aquicultura, estabelecido recentemente pelo grupo ambientalista WWF e pela Iniciativa de Comércio Sustentável da Holanda para criar um rótulo de consumo para os peixes criados de forma responsável, diz que apesar de todos os problemas da criação de pexes, “é uma forma extremamente eficiente de produzir proteína de alta qualidade.”

“Como os oceanos não podem suportar mais nenhum crescimento, para sustentar mais três bilhões de bocas, a aquicultura é essencial”, disse ele.

Melchett, entretanto, diz que a percepção dessa necessidade é um mito. As pessoas dos países ricos comem bem mais peixe, frango e carne do que seus pais e avós comiam, em grande parte porque os métodos de criação tornaram esses alimentos mais baratos e amplamente disponíveis.

“Este aumento não é para alimentar o mundo; é uma projeção do que as pessoas podem comer à medida que ficam mais ricas”, diz ele. Em sua estimativa, “o planeta em que vivemos” pode permitir que alimentos como o salmão e o frango sejam comidos apenas “muito ocasionalmente”.

A criação de espécies carnívoras como o salmão e o bacalhau é inerentemente insustentável por causa da grande quantidade de peixes selvagens que os peixes em cativeiro consomem, argumenta. A maior parte da ração é capturada por grandes embarcações no Pacífico Sul e processada em forma de bolinhas que são enviadas pelo mundo inteiro, num processo que usa carbono de forma intensiva e que Melchett compara ao desmatamento na floresta tropical sul-americana para plantar soja para alimentar o gato a milhares de quilômetros de distância.

Espécies que comem plantas como a tilápia, robalo, lagostim e camarões de água doce são bem mais sustentáveis, e também podem ser criados em ambientes contidos que eliminam o risco de que peixes ou poluentes escapem para o mar, diz Trenor.

O aumento de consciência dos consumidores em relação aos métodos de produção dos alimentos pode eventualmente pressionar os produtores a mudarem sua abordagem, diz Melchett.

Smith, do Conselho de Administração de Aquicultura, reconheceu que a certificação de seu grupo, cujos selos devem chegar às lojas no ano que vêm, são apenas um primeiro passo para melhorar as práticas do setor. Mas ele disse que o sistema ajudará os varejistas e consumidores que querem saber a origem de seus alimentos.

“Não podemos continuar a fazer o que fazemos hoje”, disse ele. “Nós precisamos encontrar formas de produzir mais, usando menos recursos do planeta.”

Tradução: Eloise De Vylder

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