Porto de Santos enfrenta fila recorde de navios

O Porto de Santos registrou ontem mais um recorde, mas não um do qual deve se orgulhar. Durante a tarde, a fila de navios fundeados na barra, à espera de um berço para atracar no cais, tinha 76 embarcações. Desse total, 48 – quase dois terços – aguardavam para carregar açúcar.

De acordo com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Autoridade Portuária, a fila verificada na barra foi a maior registrada até ontem, neste ano. Ela se formou devido, principalmente, à alta nas exportações de açúcar nessa época do ano e às chuvas da última semana.

Santos vive o auge dos embarques da safra de açúcar, produto comum a demanda mundial crescente.E esta procura é sentida especialmente na região, que responde por cerca de dois terços das exportações desse produto no Brasil.

Leia a matéria completa na edição impressa dsta quarta-feira de A Tribuna.

NOTA DO EDITOR

Quando estivemos em Santos durante a 2 etapa do Tent Beach Local Motion SP contest de Surf, observamos o movimento no Porto de Santos colocando em prática o programa “Estamos de olho no MAR”.
Naquela época constatamos cerca de 30 embarcações fundeadas ao largo. Hoje a coisa piorou muito e não se passaram nem dois meses.

FONTE: A TRIBUNA DE SANTOS

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China luta para conter petróleo

Depois do Golfo do México, o petróleo vaza agora na China. A explosão de um oleoduto provocou um enorme derramamento de petróleo no mar. O acidente foi no dia 19 de julho. Dois dutos explodiram durante o carregamento de um navio-tanque, no Porto de Xingang, um dos maiores da China.

O encanamento pegou fogo por ao menos 15 horas e centenas de bombeiros lutaram contra as chamas. Ao todo, 1,5 mil toneladas de petróleo foram derramadas no Mar Amarelo, que banha o leste da China.

A China luta para manter a crescente mancha de petróleo longe das águas interncionais nesta terça-feira (20).

Seu desafio é limpar a mancha próxima da costa de Dalian, já conhecida como a melhor cidade da China para se viver. Uma das técnicas é usar bactérias que digerem petróleo.

USO DE BACTÉRIA

Autoridades na China estão usando mais de 23 toneladas de bactérias que se alimentam de petróleo para ajudar a limpar o derramamento de óleo no mar Amarelo causado pela explosão e subsequente incêndio de um duto no fim de semana, informou nesta terça (20) a agência de notícias oficial Xinhua.

Yang Jiesen, chefe da divisão de pesquisa e desenvolvimento de uma empresa de biotecnologia de Beijing, disse que a Administração de Segurança Marítima encomendou bactérias no sábado.

Dezenas de navios-escumadeira e centenas de barcos de pesca trabalharam para remover o óleo da cidade portuária de Dalian, no nordeste da China, após o acidente na sexta, que resultou no vazamento de 1.500 toneladas de óleo no mar.

É a primeira vez que a China usa biotecnologia para resolver um problema ambiental. O processo, conhecido como biorremediação, usa micro-organismos para quebrar alguns hidrocarbonetos tóxicos presentes no óleo, transformando-os em compostos menos prejudiciais. O procedimento foi usado para mitigar o vazamento do navio Exxon Valdez no Alaska em 1989.

O incidente em Dalian afetou o transporte de petróleo para o sul da China, pois o porto foi parcialmente fechado, mas as refinarias estão processando óleo estocado, então os preços não devem ser afetados, informou a Xinhua.

Enquanto isso, trabalhadores em Dalian estão usando barreiras para prevenir o espalhamento do maré negra. Mas existe o risco de que chuvas e vento fortes piorem a situação.

Até agora, pelo menos 46 toneladas de óleo foram capturadas. Inicialmente, o derrame cobria 50 km2, mas foi reduzido para 45 km2. Mas a agência Xinhua informou que uma coluna marrom escura estendeu-se por pelo menos 183 km2 sobre o oceano.

Agências noticiadoras internacionais informam que a mancha negra já atingiu quase 200 quilômetros quadrados.

Fonte: Agências de notícias internacionais.

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