EVENTO – 21 A 23 DE MAIO – SP – CAPITAL – 09:00HS às 18:00hs – Viva Mata 2010

Local: Parque do Ibirapuera – Marquise próxima ao Museu Afro Brasileiro.

O Núcleo Paulista do ISSB estará na feira VIVA MATA 2010, promovida pela SOS MATA ATLÂNTICA no estande COSTA BRASIL ao lado do pessoal do Projeto TAMAR expondo os importantes trabalhos da Sea Shepherd no Brasil e no Mundo. Falaremos de nossa campanha Antártica vitoriosa mais importante, a Waltzing Matilda 2009-2010.

Apareça por lá para conversar conosco e que sabe tornar-se um Guardião do Mar.

Se tiver camiseta vá de pirata, vá de conservacionista, caso ainda não a possua o importante é IR e comparecer!!!

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Feira da Vila Pompéia 2010 – 100 anos de bairro e 1 ano de Núcleo Paulista do ISSB

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Domingo, 16 de maio de 2010, estivemos na Feira Cultural da Vila Pompéia, um evento participante da Virada Cultural da Prefeitura de São Paulo. Neste dia, comemoramos um ano da existência do nosso núcleo com muitas vitórias.

Comemoramos um ano do Núcleo Paulista do ISSB. O melhor de levar a ONG neste tipo de evento é poder estabelecer contatos com outras ONGs e sentir o calor do público com relação à nossa instituição.

Em 2009 precisamos usar diversos voluntários e cadastrar muitas pessoas, para que, através do trabalho de formiguinha, o público do bairro nos conhecesse dali em diante. Na feira do último domingo, dezesseis de maio de dois mil e dez, muitas pessoas entraram em nossa tenda já conhecendo a Organização e querendo conversar com os voluntários e coordenadores presentes. Aggnes Franco, nossa Coordenadora de Eventos, conversou com diversas pessoas e adorou o contato do público; Júnior Forster, Coordenador de Comunicação, atendeu diversos curiosos e Carlos Francisco, Coordenador Geral do núcleo, falou tanto, explicou tanto que quase ficou sem voz.

A Vila Pompéia onde o evento é realizado fica dentro de Perdizes, bairro de classe média alta na cidade de São Paulo e é considerado por diversos intelectuais como um bairro de pessoas formadoras de opinião. Nosso trabalho foi direcionado somente aos que nos procuravam, portanto nossa abordagem foi passiva, distribuímos somente panfletos aos que adentravam à tenda e anotamos somente os contatos dos verdadeiros interessados.

LIXO

Infelizmente, apesar da beleza da feira em si, muitos expositores ainda praticam o uso de distribuir 5000 panfletos para trazer de volta ao seu negócio apenas 200 pessoas que pegaram os panfletos nos meses que se seguem. Nenhum latão de LIXO foi instalado ou colocado pela Prefeitura e/ou pela Organização do evento nas ruas e muito do resíduo que os GARIS não conseguiram recolher ainda se encontra nas ruas do bairro, tais como aqueles papéis que grudaram no asfalto, adesivos… tudo isto feito de material caro (tanto para o bolso do empresário como para o planeta)!!!

A Feira de 2011

No próximo ano nós da Sea Shepherd – Núcleo Regional São Paulo estaremos lá mais uma vez, mas nosso trabalho será diferente. Precisaremos do maior número de voluntários possível, pois, iremos conversar com os expositores e mostrar a eles que se direcionarem seus negócios de forma responsável (abordagem passiva), tanto eles quanto o meio ambiente serão favorecidos, o comerciante gastará menos em material de divulgação e poderá gastar mais na qualidade de seus serviços e os animais agradecerão com certeza esta opção feita por eles.

Agradecemos à população e aos moradores da Vila Pompéia por esta feira maravilhosa, em 2011 estaremos lá novamente!!!!

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III Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos – RJ – MACAÉ – 19 a 21 MAIO

O Núcleo do Rio de Janeiro do ISSB estará presente na Cidade de Macaé em um importante evento. Se você mora na região não deixe de ir e conferir.

Quando: 19, 20 e 21 de maio de 2010 (Quarta, Quinta e Sexta), 14h às 21h
Local: Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho – Macaé – Centro.

A III Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos terá como tema central “Consumo Consciente por uma Economia Sustentável”. Seu principal objetivo é divulgar conceitos, metodologias e estimular ações de responsabilidade social empresarial e sustentabilidade nos municípios da área de influência da Bacia de Campos e outras regiões do estado e do país, além de possibilitar a realização de bons negócios sustentáveis. Além disso o evento contará ainda com uma feira de exposições, apresentações artísticas e culturais, oficinas de conhecimento, sala de projeção de filmes e vídeos, Rodada de Negócios Sustentáveis, onde empresas eco-eficientes poderão expor seus projetos e produtos para empresários interessados.

A Sea Shepherd RJ estará com um estande durante o evento que fornecerá informações sobre suas atividades, possibilitando que os interessados possam conhecer melhor a SS, sobretudo sobre nossa missão, objetivos e ações que estão sendo desenvolvidas pela Sea Shepherd Núcleo Regional do RJ e como poderão se tornar voluntários e contribuir em nossa luta em defesa dos ecossistemas marinhos. Haverá venda de produtos no estande.

Também estaremos participando da Rodada de Negócios e Projetos Sustentáveis no intuito de apresentar nossos projetos a empresas interessadas em investir em projetos ligados ao ecossistema marinho.

Site da Feira: http://www.feirarsebaciadecampos.com.br/

Informações sobre como ser voluntário no estande SS RJ: comunicacaorj@seashepherd.org.br

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Feira da Vila Pompéia – SP – Capital – 16/05

Yo-Ho Shepherds…

Mais um ano se passou e comemoraremos um ano de núcleo paulista em grande estilo!!!

O Núcleo Paulista estará na Feira Cultural da Vila Pompéia mais uma vez levando ao grande público os trabalhos desenvolvidos pelo ISSB no Brasil.

Trata-se de uma feira regional que participa da Virada Cultural Paulistana e ocorrerá das 9hs às 18hs do domingo, dia 16 de maio, nas ruas da Vila Pompéia. Serão 6 palcos, um deles somente para o rock com destaque para o show de encerramento de Carlini ex-guitarrista de Rita Lee as 17hs.

Estaremos com nosso Stand na Rua Das ONGs, Rua Tucuna, logo ao lado do Stand da Prefeitura de São Paulo. Nosso stand será o 885/886.

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O X marca o local yar!!!

Venha bater um papo com nossos voluntários, filiados, quem sabe você não saia de lá mais um voluntário em defesa da natureza????

Estará presente tambem o Embaixador do Mar do ISSB – Erick Wilson realizando pinturas ao vivo e vendendo seus quadros em prol dos oceanos.

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Teremos venda de camisetas Pirata por apenas R$50,00. É Através da aquisição de produtos por você que nós poderemos continuar apoiando iniciativas conservacionistas em todo o Brasil.

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Prospecções muito profundas ameaçam meio ambiente, diz especialista

Segundo especialistas alemães, prospecção de petróleo em grandes profundidades aumenta riscos para meio ambiente. Catástrofe ambiental no Golfo do México pode vir a superar danos com acidente do Exxon Valdez.

As primeiras manchas do óleo derramado no Golfo do México chegaram nesta sexta-feira (30/4) à costa do estado norte-americano de Louisiana, e ameaçam um ecossistema único do Delta do Mississipi. Habitantes da área temem por sua subsistência, devido às diversas tentativas sem sucesso de deter a contaminação e reparar as avarias da plataforma afundada.

Vazamento de plataforma já pode ser visto nas praias
Vazamento de plataforma já pode ser visto nas praias

Pode ser a pior catástrofe ambiental nos Estados Unidos em décadas. Pior mesmo do que o acidente com o petroleiro Exxon Valdez, no Alasca. Centenas de espécies de aves e peixes estão sob ameaça.

Há dez dias, diversos especialistas tentam deter o vazamento e a mancha de óleo em expansão. Em 20 de abril, um acidente na plataforma de petróleo Deepwater Horizon matou 11 dos 126 trabalhadores da unidade. A estação foi afundada nas águas do Golfo do México dois dias depois.

Acidente pode superar vazamento do Exxon Valdez

Porém três vazamentos despejam diariamente no mar cerca de 800 mil litros de petróleo. Em três meses – tempo possivelmente necessário para concluir uma segunda perfuração para vedar o vazamento – já estariam ultrapassados os 41 milhões de litros despejados no oceano em 1989 pelo petroleiro Exxon Valdez.

A secretária de Segurança Nacional dos EUA, Janet Napolitano, ressaltou que a petrolífera britânica BP, responsável pela plataforma deverá arcar com os custos das operações de salvamento. A empresa pediu oficialmente auxílio ao governo americano. O presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou que “o governo continuará empregando todos os meios ao seu alcance e, se necessário, também o Ministério da Defesa”.

A BP está empregando dez robôs submarinos na região, que tentam, até agora sem sucesso, fechar os vazamentos a 1.500 metros de profundidade.

Prospecções profundas aumentam chances de acidentes

Depois do vazamento de óleo no Golfo do México, especialistas alemães alertam para outras catástrofes parecidas em plataformas do petróleo de grandes profundidades.

Com centenas de espécies, fauna do Delta do Mississipi está ameaçada

“Estatisticamente é muito simples. Quanto mais atividades houver, maior é a chance de ocorrerem acidentes”, resume o geoquímico alemão Lorenz Schwark, da Universidade de Kiel.

O cientista afirma que os padrões de segurança para plataformas petrolíferas são suficientemente rígidos, mas lembra que, em grandes profundidades, são enormes as dificuldades tecnológicas envolvidas, em caso de problemas.

Novas reservas, como pré-sal brasileiro, são desafios

Enquanto as reservas em águas rasas vão se exaurindo, as companhias petroleiras partem em busca de fontes cada vez mais profundas, aumentando o risco de novos desastres ecológicos no mar. Isso também diz respeito à camada de pré-sal da costa brasileira.

“Reservas gigantescas estão sendo encontradas, sobretudo, em profundidades submarinas a partir dos 2 mil metros. Nessa área, a exploração vem crescendo dramaticamente, sobretudo nas costas do Brasil e do Ocidente africano “, lembrou Schwark, em entrevista ao jornal alemão Die Tageszeitung.

“Ao mesmo tempo, ela envolve grandes desafios técnicos. Nessa região só é possível se trabalhar com robôs, porque ninguém consegue mergulhar tão fundo. Além do mais, lá é escuro e vazamentos só conseguem ser reparados com dificuldade. Isso é um problema enorme”, avalia.

Não há segurança total, apesar de tecnologia avançada

Apesar dos altos padrões tecnológicos, não há como garantir segurança absoluta. “Essas plataformas petrolíferas são projetos milionários, com enormes investimentos de segurança. Mas a tecnologia já chegou a tamanha complexidade que, apesar de todos os esforços, continua sempre existindo o risco de falha técnica ou humana”, ressalta Christian Bussau, oceanógrafo do Greenpeace. Para ele, as empresas já trabalham nos limites do possível.

Em entrevista à emissora Deutschlandfunk, Bussau observa que o vazamento verificado na costa estadunidense é muito mais difícil de ser controlado do que em plataformas no Mar do Norte, por exemplo.

“Lá, a profundidade é de, no máximo, 200 metros e, em caso de acidente, mergulhadores podem fechar o vazamento com a ajuda de robôs”, diz. O que não é mais possível no caso da Deep Water Horizon, que depende somente a assistência de máquinas. “Um robô submarino possui luzes e câmeras, mas a visão lá embaixo é extremamente ruim. E com o óleo, a visibilidade passa a ser quase zero”, afirma.

Fonte:
Deutsche Welle

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Fracassa a 1ª tentativa de tapar poço de petróleo no Golfo do México

08/05/2010

A primeira tentativa de colocar uma câmara de aço e cimento sobre o poço submarino de petróleo para cessar o vazamento de óleo no Golfo do México não funcionou, devido à formação de cristais de gelo que taparam a cúpula da estrutura, informou hoje a British Petroleum (BP).

“Não podemos dizer que fracassamos [com a caixa], mas posso dizer que as tentativas que desenvolvemos até agora não funcionaram’, disse, em entrevista coletiva, o diretor de operações da BP, Doug Suttles.

Tentativa de colocar uma câmara de aço e cimento sobre o poço para cessar o vazamento de óleo não funcionou
Tentativa de colocar uma câmara de aço e cimento sobre o poço para cessar o vazamento de óleo não funcionou

A plataforma, que pertence à empresa suíça Transocean e estava sendo operada pela BP, explodiu no dia 20 de abril e afundou na quinta-feira seguinte, depois de ficar dois dias em chamas. A explosão matou 11 trabalhadores da plataforma, e provocou o derramamento de até 3 milhões de galões de petróleo bruto no golfo. O vazamento de petróleo ameaça a costa dos EUA.

A instalação da caixa, de cem toneladas e altura de um prédio de três andares, é uma das grandes esperanças para canalizar o vazamento de óleo do poço, que derrama a cada dia no mar cerca de 800 mil litros de petróleo.

A caixa conta com uma cúpula na parte superior, de onde sai um encanamento por meio do qual o petróleo seria bombeado para um navio na superfície, com capacidade de armazenar até 128 mil barris (20,4 milhões de litros).

Ontem à noite, após uma longa operação, foi possível posicionar a caixa sobre o poço de petróleo, a 1,5 km de profundidade, mas foi preciso retirá-la da posição depois que foi detectado que, devido às baixas temperaturas, estavam se formando cristais de gelo que tapavam a cúpula.

“Movemos [a caixa] para o lado enquanto decidimos como solucionar este inconveniente que surgiu”, disse o diretor da BP, que lembrou que a instalação da estrutura era uma iniciativa que nunca tinha sido realizada em tamanha profundidade.

Em paralelo, a BP está avançando na perfuração de um poço alternativo, perto do que está vazando, que serviria para injetar um líquido mais pesado que o petróleo que atuaria como uma espécie de tampão e impediria que o óleo continuasse saindo.

Fonte:
Efe, Washington
UOL AMBIENTE

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