Data: 1º e 2 de dezembro de 2009
Horário: das 14h00 às 22h00
Local: Auditório da Casa de Cultura Japonesa
Endereço: Avenida Professor Lineu Prestes, 159 – Cidade Universitária – Butantã
ENTRADA FRANCA
Distribuição de certificados aos interessados
Informações e inscrições: lei@usp.br
Tels.: (11) 3091-2441/ 3091-3584
Realização: Laboratório de Estudos sobre a Intolerância (LEI) – USP

Caros/as,
Em outros tempos, os governos latinos faziam demarches diplomáticas, protestos públicos, manifestações de desagrado frente à continuidade da sanha dos baleeiros que vêm ao hemisfério Sul roubar a biodiversidade que compartilhamos. Hoje… tá todo mundo quietinho, em nome de uma “negociação com o Japão para o futuro da Comissão da Baleia” que já tem dois anos e não está levando a nada, enquanto os baleeiros seguem massacrando as baleias no Santuário da Antártida sem qualquer sanção.
Tá na hora de pedir o fim desse imobilismo. Escrevam ao nosso Comissário na CIB, Ministro Fábio Pitaluga, pitaluga@mre.gov.br – dmae@mre.gov.br , e ao Ministro do Meio Ambiente carlos.minc@mma.gov.br pedindo que o Brasil se manifeste formalmente contra esse absurdo, como sempre fez. Ou corremos o risco de sermos omissos na hora errada.
JTruda

Como acontece a cada ano, os baleeiros japoneses zarparam nesta quinta-feira (19) para a caça de cetáceos na Antártica.
Três navios partiram do porto de Innoshima. Os baleeiros navegarão durante o inverno (hemisfério norte) no Oceano Antártico para caçar as baleias, sobretudo os pequenos animais que Tóquio recebe autorização para pescar por parte da Comissão Baleeira Internacional em nome da “pesquisa científica”.
As baleias terminam às vezes nos restaurantes, depois dos “estudos” sob controle da Agência de Pesca Japonesa.
Talvez esta seja a última missão do tipo, lembrando que o novo premier japonês, Yukio Hatoyama, fixou a economia orçamentária como uma das prioridades.
A caça da baleia é financiada em parte com dinheiro público.
A campanha japonesa no Antártico provoca críticas internacionais. Nos últimos anos, a associação de defesa do meio ambiente Sea Shepherd entrou em conflito em alto-mar com os tripulantes dos baleeiros.
Com a campanha ecológica, a frota japonesa voltou no ano passado com apenas 680 baleias, contra as 800 ou 900 que pretendia.
O Greenpeace já anunciou que este ano não tem intenção de perseguir os caçadores. Mas a Sea Shepherd comunicou que vai atrapalhar as operações pesqueiras japonesas no Antártico. (Fonte: Yahoo!)

Nisshin Maru visto do Steve Irwin
