Vitória para os tubarões-baleia no resort de Cingapura
Diante de uma uma oposição crescente, o Resorts World de Sentosa, em Cingapura, optou por abandonar seus planos de instalar um grande aquário para expor tubarões-baleia em cativeiro. A Sea Shepherd e outros grupos haviam se posicionado contra este projeto através de uma petição internacional. O RWS disse que a petição foi o motivo pelo qual desistiu da idéia de manter tubarões-baleia em cativeiro. Mais de 9.000 assinaturas foram coletadas até o momento em www.whalesharkpetition.com.
Leia na integra no site da Sea Shepherd.
Estudo revela riqueza perdida dos oceanos
WASHINGTON, EUA, 24 Mai 2009 (AFP) – Há apenas 200 anos, a Nova Zelândia era rodeada por milhares de baleias e a costa britânica estava infestada de tubarões, revela um estudo realizado sobre a riqueza perdida dos oceanos.
Ao menos 100 cientistas, de todo o planeta, reunidos na organização Census of Marine Life, puderam estabelecer como eram os oceanos da Terra nos séculos passados.
O trabalho, que utilizou dados geológicos, botânicos e relatos históricos, será apresentado de 26 a 28 de maio, em Vancouver, Canadá.
É um quadro de declive (da fauna marinha) devido à pesca e à destruição do habitat, destaca um dos autores do trabalho, Poul Holm, professor da Universidade de Dublin.
O impacto da pesca foi enorme sobre o ecosistema a partir dos anos 1800, provavelmente muito mais importante do que poderíamos imaginar.
Há dois séculos, a fauna marinha era mais rica, os peixes maiores e os predadores mais numerosos.
Na Europa, a verdadeira revolução da pesca marinha teve início por volta de 1600, quando os barcos, em pares, começaram a lançar redes, explica o estudo.
O tamanho dos peixes começou a diminuir na Europa na Idade Média, com o início da pesca coletiva.
A variedade da fauna marinha e o equilíbrio da cadeia alimentar foram modificados profundamente e hoje a população de predadores não representa mais que 15% do que era no início do século XIX.
Há 100 anos, um bacalhau na peixaria media 1,5 metro, e hoje não passa dos 50 centímetros, porque são pescados cada vez mais jovens.
A idade média do bacalhau é hoje de 2,8 anos, para um peixe que vive 10 anos, destaca Holm.
No passado, na costa inglesa da Cornuália, bandos de baleias e orcas competiam com tubarões azuis.
Na Nova Zelândia, havia entre 22 mil e 32 mil baleias no início do século XIX, mas em 1925 eram apenas dezenas.
Hoje, cerca de mil baleias sobrevivem no sul da Nova Zelândia.
Na região de Key West, no sul da Flórida, o peso médio de um peixe era de 20 quilos nos anos 1950, contra apenas 2,3 quilos hoje.
É muito útil saber o que perdemos, afirma o professor Holm.
Apesar de revelar um quadro de queda, também é uma mensagem de esperança, que sugere que se pudermos criar regras para a pesca e evitar o estresse no habitat marinho, será possível restaurar a vida nos oceanos para alimentar mais gente.
Fonte: AFP
Remova as redes: junte-se à campanha da Shark Angels contra as redes para tubarão
É difícil de acreditar que, nos dias de hoje, com tudo que sabemos acerca da diminuição populacional dos tubarões, seu papel crítico no ecossistema marinho e o baixo risco de ataque a seres humanos, a arcaica e destrutiva prática de instalação de redes para proteção de banhistas ainda exista. Mas em KwalaZulu-Natal, África do Sul, um dos poucos lugares onde tubarões e o ecossistema mantêm-se saudáveis e ainda prosperam, incontável número de tubarões-martelo, tartarugas, golfinhos e arraias encontram morte precoce enrolados em 28 km de redes instaladas perto das praias.
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Oficial: projeto de lei europeu para proteção das focas foi aprovado
O Parlamento Europeu, no dia 5 de maio, votou e aprovou pelo fim do comércio de produtos importados derivados de focas. Nossa longa luta para esta meta terminou, e resultou em uma grande vitória da moralidade e responsabilidade ecológica sobre a crueldade e barbárie. O governo canadense já ameaçou a desafiar a legislação, esperada para entrar em vigor na primeira metade de 2010, na Organização Mundial do Comércio. Eles não terão sucesso e vão desistir, se tiverem senso de responsabilidade com a maioria do povo canadense – que não aprova este comércio, para não colocar em perigo acordos comerciais que giram em torno de 25 bilhões de dólares com a União Européia.
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