Instituto Sea Shepherd pressiona e MPF pede a prisão dos autores do massacre de golfinhos no Amapá

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No último dia 29 de janeiro, o Ministério Público Federal do Amapá remeteu denúncia à Justiça contra sete envolvidos na morte de 83 golfinhos, decorrente de pesca predatória na costa do Estado. A rede utilizada tinha quase seis quilômetros de comprimento, mais que o dobro do permitido. Cenas dos golfinhos sendo mutilados para serem usados como iscas na pesca do tubarão, e tendo olhos e dentes arrancados para a fabricação de bijuterias, foram veiculadas no Jornal Nacional da Rede Globo. O Instituto Sea Shepherd Brasil, em julho de 2007, deu início a uma verdadeira batalha judicial para obter os nomes dos proprietários das embarcações envolvidas na chacina dos golfinhos – a lei exige que o Ibama forneça as informações ao público. Perante o silêncio, o Instituto Sea Shepherd processou o Ibama/AP.

Graças à pressão da Sea Shepherd, a Polícia Federal de Belém, Pará, forneceu por telefone no dia 18 de outubro de 2007 o nome do proprietário da embarcação ‘Graça de Deus’. Com isso, a entidade ingressou com ação judicial, sofrendo então com a morosidade da Justiça. “É incrível, a Lei Ambiental existe no Brasil, mas só funciona quando a sociedade civil pressiona. Os órgãos ambientais são obrigados a dar qualquer informação a qualquer cidadão”, lamenta Cristiano Pacheco, Diretor Jurídico Voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil.

Agora recebemos a notícia de que os envolvidos têm pedido de prisão recomendado pelo MPF, dois anos após os atos criminosos praticados no Cabo Norte da costa do Amapá, em mar territorial que é de propriedade da União Federal. Eles utilizaram as embarcações ‘Graças a Deus IV’ e ‘Damasco III’, que se encontram apreendidos. As mortes foram filmadas no dia 11 de Fevereiro de 2007 por agentes do Ibama.
Exercemos nossos direitos como cidadãos de fazer cumprir as leis e a constituição brasileira, assim como temos direito a um meio ambiente saudável, os golfinhos e outros animais marinhos são protegidos por lei e também têm pela lei, direito à vida
“, comenta Daniel Vairo, Diretor Geral do Instituto Sea Shepherd Brasil.

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“The Cove” – Documentário sobre a matança de golfinhos

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A Sea Shepherd Conservation Society tem feito oposição a matança de golfinhos no Japão desde 1981 quando prosperamente o Capitão Paul Watson negociou por uma década a cessação da matança de golfinhos na ilha de Iki.
Em 2003, voluntários da Campanha para a Proteção de Golfinhos em Taiji, a Sea Shepherd expôs ao mundo o massacre ao filmar e fotografar as mortes na baía de Taiji. O mundo, incluindo muitos cidadãos japoneses, viram pela primeira vez, a brutalidade horrenda desta morte de lindas criaturas.

“The Cove” – Documentário premiado

Em Outubro de 2003, Capitão Paul Watson mandou uma equipe a Taiji, no Japão para documentar a matança de golfinhos. O vídeo e fotos dessa campanha fizeram manchete internacional e expuseram a atrocidade japonesa para o mundo.

Em Novembro de 2003 os membros da tripulação da Sea Shepherd, Allison Lance dos Estados Unidos e Alex Cornelissen da Holanda cortaram redes e libertaram 15 golfinhos, salvando-os da matança. Os dois membros da tripulação foram presos por três semanas. Ambos estavam felizes por trocarem três semanas de sua liberdade pela vida dos golfinhos.

Em resposta a libertação dos golfinhos e a exposição da matança japonesa, os pescadores de Taiji construíram barricadas enormes para manter este crime longe das câmeras.

Em Taiji usar a camiseta o boné da Sea Shepherd ou ser um membro da organização tornou-se um crime.

Ric O´Barry foi a Taiji para nos apoiar naquele ano e esse ativista incrível foi capaz de retornar depois que os membros da Sea Shepherd foram banidos.

Ficamos felizes em deixar a campanha em suas mãos.

A Sea Shepherd retornou em Outubro de 2007 com o campeão Mundial de surf Dave Rastovich e celebridades como Hayden Panettiere (Heros) e Isabel Lucas (Transformers). Os tripulantes da Sea Shepherd Simeon Houtman acompanharam os surfistas e mais uma vez a matança teve cobertura mundial.

Enquanto isso Ric O´Barry, e um documentarista estavam trabalhando para Sociedade de Preservação do Oceano (Ocean Preservation Society) para registrar imagens que se transformariam em filme.
Eles tiveram que achar um jeito para filmar do outro lado das barricadas onde a matança estava acontecendo.

Investiram muito dinheiro para colocar câmeras nas praias, no ar, em baixo d´agua e nos morros para capturar cada detalhe terrível de um dos maiores e mais cruéis massacres da vida selvagem no planeta.

O resultado é “The Cove” (“A Enseada”, em tradução literal) , um dos mais extraordinários filmes de crime sobre a vida selvagem já produzido.Premiado em janeiro no Sundance Film Festival – maior festival do cinema independente americano, o documentário expõe dramática e magnificamente a matança dos golfinhos em Taiji no Japão, em que aproximadamente 23 mil golfinhos são mortos anualmente.

O Capitão da Sea Shepherd Paul Watson foi entrevistado para esse filme em Junho de 2008 em Santiago do Chile durante a reunião da Comissão Baleeira Internacional e a Sea Shepherd Conservation Society esta muito orgulhosa de associar-se com essa poderosa denuncia da matança de golfinhos pelo Japão.

Tradução por Rita Freiria

Fonte Sea Shepherd News

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WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS – Programação da semana

14 Março 2009, 23:00:00

WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS
Reprise Ep. 1

15 Março 2009, 01:00:00

WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS
Reprise Ep. 1

15 Março 2009, 22:00:00

WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS
Reprise Ep. 1

16 Março 2009, 01:00:00

WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS
Reprise Ep. 1

16 Março 2009, 22:00:00

WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS
Estréia Ep. 2

Fonte Animal Planet Brasil site

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FAÇA PARTE DA LUTA CONTRA A CAÇA ÀS BALEIAS – WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS- Estréia hoje

Série coloca o telespectador a bordo de navio de ativistas, em pleno inverno rigoroso, mostrando a rotina arriscada pelo fim da matança dos animais

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A partir de hoje, segunda-feira, dia 9 de março, às 22h, o Animal Planet leva seus telespectadores a uma viagem sem precedentes: a bordo do navio Steve Irwin (batizado em homenagem ao ícone da proteção aos animais), eles acompanharão a rotina e luta da tripulação que se aventura em alto mar para, em nome da ciência e da preservação, impedir que navios japoneses prossigam caçando baleias e tubarões.

Os sete episódios de uma hora da série WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS acompanham a vida do capitão e dos voluntários que partiram do porto de Melbourne, Austrália, rumo às águas congeladas da Antártica, em uma campanha de três meses de duração. As estratégias traçadas para as ações de interceptação dos navios de caça, o sofrimento e sacrifício da tripulação e ocorrências como barcos de cabeça pra baixo, a captura de tripulantes por um navio japonês, e tiros disparados contra ativistas são acompanhados de perto pelas lentes do canal.

O grupo do navio Steve Irwin é liderado pelo capitão Paul Watson, fundador da Sea Shepherd Conservation Society e do Greenpeace. A sociedade foi criada em 1977 com a função de ser uma organização totalmente focada no combate à caça a baleias e tubarões, destruição do habitat natural marítimo e violação de leis oceânicas.

A matança de forma cruel e predatória é financiada pela venda das barbatanas. A sociedade luta para acabar com a caça às baleias em mares abertos – onde leis internacionais são interpretadas de forma diferente por vários países e organizações – utilizando técnicas incisivas: forçando e desmontando navios baleeiros, interrompendo o processo de retirada de carcaças das baleias, luta física quando preciso, invasão e dispersão de navios pesqueiros.

A cada semana em WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS, Animal Planet levará o telespectador a aventura com muita adrenalina, mostrando como o grupo atua contra operações ilegais de caça às baleias e trazendo à tona a discussão, que já chamou a atenção da imprensa internacional, sob um ângulo jamais proporcionado.

“É necessário um basta a caça às baleias no século 21,” lembrou Watson. “A organização Sea Shepherd não desistirá até que a matança seja interrompida.”

WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS é uma produção da RIVR Media para Animal Planet. Rob Lundgren, Lori Stryer e Liz Bronstein são produtores executivos da RIVR Media, e Jason Carey é produtor executivo do Animal Planet. Charlie Foley é o executivo de desenvolvimento para Animal Planet.

WHALE WARS – DEFENSORES DE BALEIAS

Animal Planet

segunda-feira, 9 de março, às 22h

Publicado por: Line-UP

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Voluntários ajudam no salvamento de baleias e golfinhos encalhados

Relato do salvamento de Baleias Piloto na Tasmânia
Por Peter Hammarstedt e Adam Lau
3 Mar 2009, Naracoopa

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fotos Adam Lau

Quando recebemos a notícia do encalhe em massa de baleias Piloto em Naracoopa, King Island, Tasmânia, sabíamos que precisávamos nos envolver, mesmo que a localidade fosse de difícil acesso, apesar de não ser tão distante. Todos os anos nós viajamos milhares de milhas até o remoto Santuário das Baleias na Antártica para fazer tudo que podemos em defesa das baleias.

Então, quando soubemos que 173 baleias Piloto encalharam em King Island, sabíamos que a dificuldade de acesso não seria um obstáculo que nos impediria de ajudá-los. Imediatamente marcamos um vôo e mandamos 5 membros da nossa equipe de voluntários do Steve Irwin diretamente para o local de resgate para prestar ajuda ao Departamento de Parques e Vida Selvagem e ao Departamento de Indústrias Primárias e Águas de todas as maneiras que estivessem ao nosso alcance.

Nós medimos os nossos sucessos em nossas campanhas pelo número de vidas animais que conseguimos salvar. Na campanha desse ano de defesa às baleias Antárticas, a Operação Musashi, nós conseguimos com sucesso impedir a frota baleeira japonesa de matar baleias ilegalmente por 5 semanas, salvando centenas de vidas.

Levou um dia inteiro para dirigir à Costa Norte da Tasmânia e providenciar lugares em uma aeronave. Nós chegamos à noite. Cinqüenta e três das 54 baleias foram devolvidas ao mar graças ao extremo esforço do Depto. de Parques e Vida Selvagem, do Depto. de Ind. Primárias e Águas e à comunidade local. Restou apenas uma baleia, impossibilitada de ser realocada. Nossa equipe amparou a única fêmea restante, fizemos tentativas até 9h da manhã do dia seguinte para devolver a solitária baleia de volta ao mar, mas as condições do mar tornaram a ação impossível. Então nós permanecemos por mais um dia e noite para ampará-la, para que pudéssemos ajudar o Depto. de Parques a reintroduzi-la ao mar assim que as condições do tempo mudassem.

Sua respiração era regular, ela ainda tinha sua força, e nós pudemos movê-la à área de maré alta para que ela pudesse passar a noite a salvo. Foi incrível sentir seu corpo inteiro levantar-se com cada respiração, enquanto nós derramávamos baldes e baldes de água em seu corpo para mantê-la hidratada, protegendo-a do sol e do vento. Ela queria viver.

Enquanto continuávamos a lutar pela vida dessa linda criatura, ainda havia a questão do motivo para esses encalhes acontecerem.

Ainda sabe-se muito pouco sobre o comportamento das baleias Piloto, desconhecendo-se a razão do encalhe dos cetáceos.

O que se sabe, no entanto, é que a poluição sonora, seja por óleo ou gás, exploração ou manobras militares, afeta o sonar das baleias. Sem seu sonar, os cetáceos ficam impossibilitados de calcular sua distância da costa e acabam por nadar cegamente. Isso é extremamente perigoso em um lugar como a Tasmânia, onde a formação geográfica facilita o encalhe das baleias. Não há registros de atividades sísmicas a 2.000 milhas da Tasmânia, reforçando a possibilidade de que fatores humanos estão envolvidos nos encalhes em massa . Mais de 500 baleias encalharam nas últimas 9 semanas .

A Sea Shepherd pediu ao governo australiano para atentar ao efeito da poluição sonora nos padrões de alimentação, reprodução e migração para que barreiras ecológicas de som possam ser estabelecidas para proteger os cetáceos .

Foi um longo dia de trabalho ao lado de alguns dos mais apaixonados defensores de baleias do Hemisfério Sul .

Nós começamos nossa campanha de defesa das baleias no Pacífico Sul três meses atrás rumando ao território australiano Antártico para impedir frotas baleeiras japonesas de atingir uma cota imposta por eles mesmos de 935 baleias Minke e 50 baleias Fin ameaçadas, e estamos terminando fazendo tudo que podemos para salvar a vida de uma baleia Piloto.

Mais de 80% dos encalhes na Austrália acontecem na Tasmânia. Enquanto continuamos a trabalhar lado a lado com a equipe de resgate, nós somos constantemente lembrados de que cada uma dessas baleias é um indivíduo único e que cada vida que conseguimos salvar é uma vitória.

Muitos agradecimentos ao Capitão Watson Rob Holden, Jeff Hansen, Vanessa Pearce, Benjamin Baldwin e à equipe do Steve Irwin por permitir que nós ajudássemos nos esforços de salvamento.

04 de mar, 11:00h:

Às 8h nós começamos a exercitar a baleia sobrevivente. Ela completou 2 dias fora da água, então nós tínhamos muito poucas chances de conseguir salvar sua vida. Por duas horas, ela foi guiada em círculos em uma pequena piscina, onde ela foi encorajada a recobrar sua capacidade de boiar .
Finalmente é decidido levá-la a alto mar. Dois Jet-skis rebocaram a baleia. Em um certo ponto, ela mostrou-se muito forte, até para os Jet-skis, o que era um bom sinal, então ela foi solta e monitorada a muitos metros da costa. Em uma hora, ela havia juntado-se a um grupo de baleias Piloto em alto mar.

Cinqüenta e quatro baleias sobreviventes do encalhamento em massa de Naracoopa, estão de volta ao mar, um atestado da coragem, paixão e dedicação da união de agentes do governo, grupos ambientais e a dedicada comunidade local .

Nossos agradecimentos aos Departamentos da Tasmânia e às pessoas de King Island por nos dar a oportunidade de ajudar em um dos mais bem-sucedidos resgates de mamíferos marinhos na Austrália.

Traduzido por Maria Eduarda Gravina

Fonte Sea Shepherd News

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O “Eixo do Mal” da matança de baleias.

As três nações mais notórias por matar baleias estão agora articuladas promovendo o tráfico internacional de espécies em extinção.
Noruega e Islândia estão enviando ilegalmente para o Japão carne de baleias Fin e Minke. Em resposta a isso, outras nações não estão dizendo nada nem mesmo mandando cartas de protesto.

O Ministro da Economia, Comércio e Indústria do Japão, autorizou oficialmente em 6 de Fevereiro de 2009, o comércio de 5.6 toneladas de carne da baleia Minke da Noruega. A Islândia começou o tráfico da carne de baleia Fin e Minke em 2008.

Testes mostraram que a carne de baleia continha altos níveis de mercúrio.

A Sea Shepherd Conservation Society condena esse tráfico ilegal de carne de baleia e convoca as nações conservacionistas a promoverem ações contra o Japão, Islândia e Noruega de acordo com as leis de conservação internacional.

Tradução por Rita Freiria

Fonte Sea Shepherd News

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Suspeito é preso por ameaça de bomba no Steve Irwin

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foto Adam Lau /Sea Shepherd

Foi preso um suspeito que supostamente ligou para a policia da Tasmânia dizendo que teria colocado uma bomba no barco da Sea Shepherd, o Steve Irwin, no porto de Hobart. Como o sujeito ligou de seu próprio celular a policia rastreou a ligação e identificou o proprietário da linha.

A policia mostrou a Benjamin Baldwin o gerente de navios, uma fotografia do suspeito e Ben reconheceu-o por não ter permitido a sua entrada algumas horas antes da ameaça ter sido feita. Ben achou que o homem agia de maneira estranha, se gabando por estar em Auckalnd(Nova Zelândia) quando o navio do Greenpeace Raibow Warrior sofreu o atentado a bomba e disse-lhe que não era bem vindo por ali.

O nome do suspeito ainda não foi divulgado.

O episódio aconteceu dia 02 de março e havia cinco membros da tripulação no navio na hora da ameaça.

Tradução por Rita Freiria

Fonte Sea Shepherd News

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Voluntários de Florianópolis realizam atividade de conscientização

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fotos Vanessa Argenta- Voluntária da ISSB

O grupo de voluntários da Sea Shepherd de Florianópolis realizou no dia 14 de fevereiro de 2009 na beira mar norte, um Pedágio pela preservação da vida marinha através da conscientização das pessoas sobre as consequências causadas pelo lixo deixado nas praias.
O evento foi uma parceria da Sea Shepherd com a ONG Justiça Animal (A Justiça Animal trabalha principalmente denunciando os maus tratos e fazendo campanhas de conscientização a respeito de absurdos como a farra do boi e campanhas em favor do vegetarianismo) e a ONG “OBA Floripa”(Organização Bem Animal – Floripa – que desenvolve um trabalho de proteção a cães e gatos de rua – http://www.obafloripa.org/).

Participaram também pessoas que não são ligadas a nenhuma ONG, que uniram-se a atividade por um interesse comum, a proteção dos nossos mares.

As pessoas não fazem idéia do risco que os animais marinhos sofrem quando aquele lixinho “bobo” é deixado na areia. O primeiro plano é realizar esse pedágio educativo até o final da temporada. Além de fazer blitz de fiscalização nas praias e se preciso for, fazer valer a Lei Municipal, Estadual e Federal de Proteção Ambiental e punir os culpados por crimes ambientais. A Sea Shepherd não vai ficar omissa ao que acontece em nossos mares, e é bom o pessoal que comete crime ambiental abrir o olho.” Comentou Hugo Malagoli, coordenador da ISSB em Santa Catarina. Ele sugere também “que nossos companheiros no Rio Grande do Sul e em todo Brasil mobilizem-se e façam o mesmo, principalmente no caminho das praias. O ativismo começa pela divulgação! Ninguém preserva o que não conhece!”

O pedágio começou cedo e teve como público alvo as pessoas que estavam a caminho das praias. Além do material educativo, foram distribuídas sacolas de papel, um incentivo para que as pessoas recolham o lixo que geralmente deixam na areia.

O próximo pedágio será dia 15 de março, domingo às 9 h.
No trevo da UDESC – Itacorubi
Quem for simpatizante da Sea Shepherd aí na volta e quiser se juntar ao grupo será muito bem vindo.

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Sea Shepherd é a protagonista da nova série do Animal Planet

Nesta segunda-feira, dia 9 de março, o canal de televisão a cabo Animal Planet estréia a série ‘Whale Wars – Defensores de Baleias’, a partir das 22h.

Em 2007 e 2008, a ‘Antártida: Operação Migaloo’ da Sea Shepherd salvou aproximadamente 500 baleias, deixando a frota japonesa com menos da metade de sua cota e dando prejuízos de milhões de dólares aos baleeiros. Nesta nova série, dividida em sete capítulos com uma hora de duração, o Animal Planet teve uma equipe de filmagem a bordo do navio Steve Irwin, acompanhando a tripulação e suas técnicas de ação direta e não-violenta.

A campanha arrebanhou a atenção de toda mídia internacional pelos esforços da Sea Shepherd para acabar com a frota baleeira japonesa
ilegal e fazer valer as leis de conservação internacional.
A série chama a atenção para este problema que deflagrou uma controvérsia global acerca da prática ilegal da caça às baleias, sob disfarce de ‘pesquisa científica’, e causou constrangimento entre os governos de vários países.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Sea Shepherd estava apta a manter a frota baleeira japonesa longe de atingir sua auto-imposta cota,salvando centenas de baleias.

A Operação Migaloo foi muito intensa, com múltiplos confrontos com navios baleeiros, naufrágios, reféns, tiros disparados em direção aos ativistas e muito mais – com o canal Animal Planet a bordo, registrando como tudo aconteceu.

A apresentação será focada na dedicação da Sea Shepherd em acabar com a caça ilegal no Santuário de Baleias do Oceano Antártico,
durante três meses, através dos oceanos congelados da Antártida.
“Esta é uma oportunidade para milhares de pessoas no mundo todo acordarem para o fato de que centenas de baleias estão sendo ilegalmente abatidas, sob a desculpa da dissimulada pesquisa, e nós, seres humanos, temos que dar um basta”, disse Jonny Vasic, diretor de Vídeo e Filmagem da Sea Shepherd.

Serviço:

O quê: ‘Whale Wars – Defensores de Baleias’
Onde: Animal Planet, canal 53 da SKY, 69 da NET e 31 da TVA
Quando: 9 de março, 22h
Preview: http://animal.discovery.com/tv/whale-wars/


Daniel Vairo
Diretor Geral Voluntário
Instituto Sea Shepherd Brasil
(Instituto Guardiões do Mar)
Fone: 51-3251-4626
Caixa Postal 8561
Porto Alegre, RS
91901-970
danielvairo@seashepherd.org.br
www.seashepherd.org.br

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